Obrigadinha amigos e amigas pelos conselhos e pela solidariedade.
Pronto, eu confesso, apesar de ter vivido vários anos em Lisboa e de ter tirado lá a carta para me habituar a conduzir na capital, e verdade é que... nunca me habituei.
Continuo a ser uma tótó a conduzir em Lisboa, principalmente porque já saio de casa chinha de nervos e a pensar que me vou enganar nos sentidos do trânsito e que não vou encontrar lugar para estacionar e que me vão buzinar nas rotundas e que me vou enganar numa variante qualquer e depois tenho que ir virar o carro a Alcochete (já me aconteceu) e depois vou-me enganar outra vez e tenho que ir virar o carro a Santo António dos Cavaleiros (também já me aconteceu) e... calma, calma Feridas, respira, respira...
Pronto, digamos que... sou muito feminina a conduzir - isto é um eufemismo para sou uma tansa e devia ser proibido darem a carta de condução a nerds como eu.
E agora já estou menos mal, porque tenho a carta há vinte anos e já vou tendo uns kilometros no bucho, mas no princípio era uma desgraça. Posso, aliás, dizer-vos que a única coisa a que chumbei na minha vida foi no exame de condução. Só passei à segunda tentativa e porque a senhora examinadora (a engenheira... mas engenheira de quê, pergunto eu?) era uma simpatia e engraçou comigo.
Apesar destes anos todos, ainda não consigo estacionar o carro paralelo ao passeio à primeira. E se estiver a ser observada, pior, acabo por desistir e ir procurar outro lugar, onde o carro entre de frente.
E além de tótó sou completamente distraída, por isso engano-me montes de vezes no caminho. Às vezes engano-me em percursos que faço todos os dias. Mas nem tudo é mau: com tantos enganos, sou perita em fazer inversões de marcha e consigo virar o carro em sítios com 10 cm a mais do que o carro.
PS-Ainda ninguém me respondeu se o parque de estacionamento à frente da Rua D. Luís I, nº 34 é o da antiga FIL.
Feridas e calos: duas amigas com coisas para dizer ao mundo. Sim, nós sabemos, as mulheres têm sempre coisas para dizer, e têm sempre razão!... Acontece que estas coisas são mesmo importante e por isso têm de ficar registadas para a posteridade. Agora a sério: isto não tem interesse nenhum, portanto fuja daqui enquanto é tempo!... E para os Xarales que nos soletrem: Viva o Ninhou!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Atrasado
- Já sei! Íamos nós a descer das Saramagas quando, de
repente, aparece uma onda gigante vinda da mata que nos arrastou o carro até ao
Vale Alto. O carro ficou imobilizado e nós tivemos de vir a pé!
- AHAHAHAHAHAH! Não, não! De repente saiu das malas das férias o Yeti que,
com uma fúria incontrolável, comeu as rodas do nosso carro e obrigou-nos a
fugir para cima de uma oliveira. Ficámos lá meia hora à espera que ele
abandonasse o local.
- AHAHAHAHAHAH! Não. Foi assim: íamos nós descançadinhos quando, de
repente, um milhafre com um anão na boca sobrevoa o nosso carro. O milhafre
deixa cair o Alfredo, que levava o comando da MEO na mão, mesmo em cima do nosso
pára-brisas. Ficámos meia hora a tirar estilhaços do organismo e o gargalo do Brandimel das nalgas.
- AHAHAHAHAHAH! Ou então: apanhámos um rebanho de ovelhas a atravessar a
estrada que, eram tantas mas tantas, que nos fizeram estar meia hora parados.
No fim das ovelhas ainda passaram milhares de Sportinguistas a festejar.
- AHAHAHAHAHAH!...Nããããã! ...Esquece! A professora não vai mesmo acreditar...Diz-lhe
a verdade: adormecemos e pronto!
JÁ ESTOU COM PALPITAÇÕES...
... e suores frios só de pensar que no sábado tenho que conduzir o carro até ao centro de Lisboa, sózinha e sem GPS, que o malvado desaparece-me sempre que eu preciso dele.
Amiguinhos que conduzem em Lisboa de olhos fechados (vá, só com um olho aberto...) ajudem-me, por favor: preciso de ir para a Rua D. Luís I, nº 34. Vá, ponham lá no google maps e digam-me: o parque de estacionamento muito grande que se vê à frente desse prédio é a antiga FIL? Esse parque de estacionamento é livre e gratuito? Se não, onde se pode estacionar gratuitamente perto desse sítio (e sem me assaltarem o carro durante o dia)? Como é a melhor maneira de chegar da saída da A1 até essa morada?
Têm 3 dias para me provarem a vossa amizade e me salvarem desta aflição.
Amiguinhos que conduzem em Lisboa de olhos fechados (vá, só com um olho aberto...) ajudem-me, por favor: preciso de ir para a Rua D. Luís I, nº 34. Vá, ponham lá no google maps e digam-me: o parque de estacionamento muito grande que se vê à frente desse prédio é a antiga FIL? Esse parque de estacionamento é livre e gratuito? Se não, onde se pode estacionar gratuitamente perto desse sítio (e sem me assaltarem o carro durante o dia)? Como é a melhor maneira de chegar da saída da A1 até essa morada?
Têm 3 dias para me provarem a vossa amizade e me salvarem desta aflição.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Ái Jasus que a princesa passou-se!
Tragam-me um alguidarinho, por favor, que eu estou babadinha com as novas colecções de quarto da Princess Pea.
COMIDINHAS DE PÁSCOA
Depois de 40 dias de quaresma sem doces nem alcool (tirando a semaninha das férias, que eu já tinha contratado assim com Nosso Senhor), na manhã do domingo de Páscoa eu estava desvairada. Tinha tantas saudades de doces que me apetecia comer açucar às colheradas.
Meti-me na cozinha às 8 da manhã a fazer o almoço e saí de lá à uma e meia. Parecia que tinha cozinhado para um casamento. O méhoma acendeu-me o forno a lenha e eu fiz TUDO. Até pão, sózinha, pela primeira vez. Aqui vos deixo as fotografias do banquete. Só me esqueci de tirar fotografias ao pão.
Canjinha de galinha.
Cabrito assado em forno de lenha.
Borrego assado em forno de lenha.

Arroz de miúdos (em minha casa conhecido como arroz de cachopos).
Tarte de merengue com chocolate.
Meti-me na cozinha às 8 da manhã a fazer o almoço e saí de lá à uma e meia. Parecia que tinha cozinhado para um casamento. O méhoma acendeu-me o forno a lenha e eu fiz TUDO. Até pão, sózinha, pela primeira vez. Aqui vos deixo as fotografias do banquete. Só me esqueci de tirar fotografias ao pão.
Canjinha de galinha.
Cabrito assado em forno de lenha.
Borrego assado em forno de lenha.
Grelos.
Arroz de miúdos (em minha casa conhecido como arroz de cachopos).
Torta de viana.
Tarte de merengue com chocolate.
sábado, 7 de abril de 2012
Vestidinho maroto
"Leva-me contigo para casa! Leva-me contigo! Vá lá!"
Tive pena do coitado e fiz-lhe a vontade.
Sou mesmo um coração mole!...
Se ele assenta assim à menina do foto que, a bem dizer, não está nada mal, imaginem a mim...
(só 9,95€ na H&M e há mais cores)
Meu querido...
...cigarrinho:
hoje corri para ti de braços abertos como se te visse a desembarcar chegado da guerra.
Devo ter fumado p'raí uns 50 de ti.
Mas amanhã volto a meter-te no barco e a empandeirar-te.
Prometo!
(Psssst! Por favor não digam nada ao amigo AC, ok?)
hoje corri para ti de braços abertos como se te visse a desembarcar chegado da guerra.
Devo ter fumado p'raí uns 50 de ti.
Mas amanhã volto a meter-te no barco e a empandeirar-te.
Prometo!
(Psssst! Por favor não digam nada ao amigo AC, ok?)
sexta-feira, 6 de abril de 2012
O Intençómetro
A Feridas não tem facebook porque diz que o dito cujo só serve para mandar recados. Recados para namorados e, principalmente, para ex-namorados, recados para amigos e, principalmente, para inimigos. Eu tenho facebook e NUNCA mas NUNCA dou recados a ninguém pelo facebook mas hoje vou deixar aqui um recado para quem o quiser aceitar. Para algum leitor deste blog mais atento ou mesmo para todos em geral.
O meu amigo TX diz que os jogadores de futebol deviam ter um Intençómetro para medir a intenção com que fazem um ou outro lance. Eu concordo e vou mais longe: AS PESSOAS deveriam todas ter um Intençómetro que medisse e quantificasse a intenção com que se praticam certos actos ou se adoptam certos comportamentos.
“Não tem mal!”
“A intenção é a melhor!”
“Não tem maldade nenhuma. É só brincadeira! Não há segundas intenções!”
Pois é! Isso nunca saberemos porque ainda nunca ninguém inventou A PORRA! do Intençómetro . Portanto as intenções ficam só na consciência de cada um. Guardadas e reservadas dos olhares mais inquisidores. Os factos, esses estão bem à vista.
PS – Não gosto mesmo nada que me façam de parva e se há coisa que eu nunca fui e nunca serei é BURRA ou DESATENTA!
Juízo hã?!
Está dado o recado, mesmo sem facebook!
O meu amigo TX diz que os jogadores de futebol deviam ter um Intençómetro para medir a intenção com que fazem um ou outro lance. Eu concordo e vou mais longe: AS PESSOAS deveriam todas ter um Intençómetro que medisse e quantificasse a intenção com que se praticam certos actos ou se adoptam certos comportamentos.
“Não tem mal!”
“A intenção é a melhor!”
“Não tem maldade nenhuma. É só brincadeira! Não há segundas intenções!”
Pois é! Isso nunca saberemos porque ainda nunca ninguém inventou A PORRA! do Intençómetro . Portanto as intenções ficam só na consciência de cada um. Guardadas e reservadas dos olhares mais inquisidores. Os factos, esses estão bem à vista.
PS – Não gosto mesmo nada que me façam de parva e se há coisa que eu nunca fui e nunca serei é BURRA ou DESATENTA!
Juízo hã?!
Está dado o recado, mesmo sem facebook!
quinta-feira, 5 de abril de 2012
As coisas...
...que a gente descobre!
Que dia de merda!
O meu coração está verde e do tamanho de uma ervilha...
quarta-feira, 4 de abril de 2012
A Cor Púrpura
Ante-ontem apanhei este grande filme de 1985 no Canal TCM. Foi chorar baba e ranho. Enchi 2 baldes daqueles da esfregona de lágrimas e 3 alguidares de ranhoca.
Mas que GRANDE, GRANDE filme de Steven Spielberg. Como é possível ter tido 11 nomeações e nenhum Óscar.
Mas que GRANDE, GRANDE filme de Steven Spielberg. Como é possível ter tido 11 nomeações e nenhum Óscar.
terça-feira, 3 de abril de 2012
CONTOS DE TODOS OS DIAS - MARÇO
A CARTA
Teria, de certo, mais de oitenta anos.
Era a imagem do ribatejano, parecia saído de uma aguarela de Roque Gameiro. Calça subida na cintura e curta na canela, por cima da bota de lavrador, camisa branca sem colarinho e colete, chapéu preto de aba direita, à sevilhana e samarra no inverno.
As pernas já há muito o haviam traído, pelo que avançava a custo, arrimado a duas bengalas. Cabelo curto, patilhas compridas, quase a encontrarem-se no queixo, cara redonda.
Tinha modos cerimoniosos, dizia “sempre a agradecer” e “um seu criado”.
Cresceu na lezíria, mal foi à escola.
Sabia de alfaias e sementeiras, sabia de luas e de arremedas. Os ciclos das estações estavam-lhe escritos na palma da mão, em sulcos fundos, sombreados a preto, de quem trabalhou a terra toda a vida.
Era um homem de outros tempos, dos tempos em se dormia no palheiro, juntamente com a burra, se dividia uma sardinha por três e se comia galinha uma vez por ano, pela Páscoa da Ressurreição.
Era também do tempo do respeito, de baixar os olhos para o chão e de tirar o chapéu da cabeça. Do tempo da honra, dos princípios, de cumprir as obrigações.
Agora estava velho. Não compreendia estes tempos. A algazarra dos netos, de olhos colados à televisão e a umas televisões pequeninas que traziam sempre na mão. Diz que é para jogarem. Mas como é que cachopos daquele tamanho jogam sem uma bola, sem um pião, sem um berlinde? Como é que jogam, ao menos, sem estarem uns com os outros, na rua, a subir aos muros, a romper os joelhos?...
As pessoas a andarem muito depressa, a passarem sem dizer bom dia, onde é que já se viu, cachopos novos, que passam por um velho sem cumprimentar.
O dinheiro… tanto dinheiro!
Dantes não havia dinheiro. Podia-se passar um ano inteiro e viver bem sem uma única moeda. O moleiro passava, levava o milho, trazia farinha. O tosquiador passava, tosquiava as ovelhas, levava lã. Matava-se o porco, comia-se todo, menos o lombo que se levava ao senhor prior. Vindimava-se, levava-se ao lagar, trazia-se vinho, deixava-se algum.
Hoje levo o meu boi a fazer junta com o teu. Amanhã trazes tu cá o teu.
Agora não fazem nada sem dinheiro.
O mundo passava-lhe à frente, muito depressa, e as pernas já não o acompanhavam, arrimado às duas bengalas.
Um dia chegou uma carta. O homem já não conseguia ler. Nunca lera muito bem, teve pouco tempo de escola. A falta de treino e os olhos a encolherem… Já não eram para leituras. E agora a carta. Toda a carta merece resposta. Passaram dois dias e nenhum neto vinha que lhe pudesse ler a carta. O homem vivia em cuidados. Quem me lerá a carta? Quem me escreverá a resposta?Ao terceiro dia o homem não aguentava mais a ansiedade. Arrimou-se às suas duas bengalas, guardou a carta no bolso da samarra e meteu-se a caminho. Ia a casa do professor, que não era muito longe.
Senhor professor, Deus o guarde. Fazia-me a fineza de me ler esta carta? Os meus olhos já não são o que eram… E estará o remetente à espera da resposta, já há três dias, pois foi há quanto ela me chegou. Preciso de lhe dar a resposta.
O professor tomou a carta das mãos do homem. Olhou-a, olhou o homem e esboçou um sorriso. Deixe lá, ti Abegão, esta carta não precisa de resposta.
Omessa, senhor professor. Pois eu hei-de deixar a carta sem resposta? Estará o remetente à espera…
Deixe lá, deixe lá.
Pronto, se o senhor professor diz… Sempre a agradecer, sempre a agradecer… cá me vou.
O professor ficou a rir-se sozinho. Era uma carta das selecções do Readers Digest, a vender enciclopédias.
Teria, de certo, mais de oitenta anos.
Era a imagem do ribatejano, parecia saído de uma aguarela de Roque Gameiro. Calça subida na cintura e curta na canela, por cima da bota de lavrador, camisa branca sem colarinho e colete, chapéu preto de aba direita, à sevilhana e samarra no inverno.
As pernas já há muito o haviam traído, pelo que avançava a custo, arrimado a duas bengalas. Cabelo curto, patilhas compridas, quase a encontrarem-se no queixo, cara redonda.
Tinha modos cerimoniosos, dizia “sempre a agradecer” e “um seu criado”.
Cresceu na lezíria, mal foi à escola.
Sabia de alfaias e sementeiras, sabia de luas e de arremedas. Os ciclos das estações estavam-lhe escritos na palma da mão, em sulcos fundos, sombreados a preto, de quem trabalhou a terra toda a vida.
Era um homem de outros tempos, dos tempos em se dormia no palheiro, juntamente com a burra, se dividia uma sardinha por três e se comia galinha uma vez por ano, pela Páscoa da Ressurreição.
Era também do tempo do respeito, de baixar os olhos para o chão e de tirar o chapéu da cabeça. Do tempo da honra, dos princípios, de cumprir as obrigações.
Agora estava velho. Não compreendia estes tempos. A algazarra dos netos, de olhos colados à televisão e a umas televisões pequeninas que traziam sempre na mão. Diz que é para jogarem. Mas como é que cachopos daquele tamanho jogam sem uma bola, sem um pião, sem um berlinde? Como é que jogam, ao menos, sem estarem uns com os outros, na rua, a subir aos muros, a romper os joelhos?...
As pessoas a andarem muito depressa, a passarem sem dizer bom dia, onde é que já se viu, cachopos novos, que passam por um velho sem cumprimentar.
O dinheiro… tanto dinheiro!
Dantes não havia dinheiro. Podia-se passar um ano inteiro e viver bem sem uma única moeda. O moleiro passava, levava o milho, trazia farinha. O tosquiador passava, tosquiava as ovelhas, levava lã. Matava-se o porco, comia-se todo, menos o lombo que se levava ao senhor prior. Vindimava-se, levava-se ao lagar, trazia-se vinho, deixava-se algum.
Hoje levo o meu boi a fazer junta com o teu. Amanhã trazes tu cá o teu.
Agora não fazem nada sem dinheiro.
O mundo passava-lhe à frente, muito depressa, e as pernas já não o acompanhavam, arrimado às duas bengalas.
Um dia chegou uma carta. O homem já não conseguia ler. Nunca lera muito bem, teve pouco tempo de escola. A falta de treino e os olhos a encolherem… Já não eram para leituras. E agora a carta. Toda a carta merece resposta. Passaram dois dias e nenhum neto vinha que lhe pudesse ler a carta. O homem vivia em cuidados. Quem me lerá a carta? Quem me escreverá a resposta?Ao terceiro dia o homem não aguentava mais a ansiedade. Arrimou-se às suas duas bengalas, guardou a carta no bolso da samarra e meteu-se a caminho. Ia a casa do professor, que não era muito longe.
Senhor professor, Deus o guarde. Fazia-me a fineza de me ler esta carta? Os meus olhos já não são o que eram… E estará o remetente à espera da resposta, já há três dias, pois foi há quanto ela me chegou. Preciso de lhe dar a resposta.
O professor tomou a carta das mãos do homem. Olhou-a, olhou o homem e esboçou um sorriso. Deixe lá, ti Abegão, esta carta não precisa de resposta.
Omessa, senhor professor. Pois eu hei-de deixar a carta sem resposta? Estará o remetente à espera…
Deixe lá, deixe lá.
Pronto, se o senhor professor diz… Sempre a agradecer, sempre a agradecer… cá me vou.
O professor ficou a rir-se sozinho. Era uma carta das selecções do Readers Digest, a vender enciclopédias.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A carruagem da princesa
Há muitos, muitos anos, uma miúda chamada Cinderella queria
ir sair à noite e mandou uma mensagem pelo facebook à madrinha a pedir-lhe um
carro emprestado. A madrinha que era uma grande passada e "metia umas
merdas" mandou-lhe uma abóbora garantindo-lhe que era uma charrette de
princesa. A miúda, que também não batia
bem, lá foi sair de abóbora e o que é certo é que a pista foi dela a noite
toda. Dela e do "melhor partido" da festa. Beberam uns Vodkas e
dançaram toda a santa noite. Como tinha prometido à madrinha devolver-lhe a
abóbora cedo, a miúda teve de abandonar a festa na melhor parte e com a pressa,
sob o efeito dos vodkas, perdeu um sapato e tudo. O que é certo é que eles
foram viver juntos para um apartamento na Brandoa e não falham um festival de
Sudoeste com direito a Djambé e tudo.
E pensar que tudo começou com uma abóbora...
Adiante!
Hoje é Dia Mundial do Livro Infantil e aniversário de Hans
Christian Andersen, autor da história da Princesa e da Ervilha. Portanto, a
princesa (que por acaso fez anos há 2 dias) está de parabéns, e o seu príncipe,
que não é homem de se ficar em pouco, ofereceu uma decoração ULTRA-FASHION à
abóbora da princesa. A partir de agora a princesa vai arrasar na chegada ao
baile.
JESUUUUUUUS!!!!!!!!!!!
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