quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O meu primeiro Newsletter

Digam lá que eu não tenho jeitinho para a coisa...Ontem, hoje e amanhã precisava de 16 pessoas a trabalhar comigo...mas como o país está em contenção, toca a bolir.
Já agora, algum dos caríssimos seguidores deste blog sabe qual o software que dá para fazer hiperligações (links) em imagens? O Corel não dá pois não?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Taberna Ventura

Os nossos amigos Arnaldo Ventura e Taberneiro, mesmo em tempo de crise, mostram que não têm receios e abriram um pequeno negócio: inauguraram a Taberna Ventura. Passe por lá para beber um traçadinho, comer uma chamuça (ou será chamussa?) e trocar 2 dedos de conversa. Por lá fala-se de tudo, de gajas, da crise, de futebol, de politica, sempre com inteligência, perspicácia e humor.
E é tão bom dizer parvoíces, não é?

KULULA AIRLINES - DE REBOLAR A RIR

A Kulula Airlines é uma companhia aérea de baixo custo Sul-Africana, que não se leva muito a sério.

Observem suas novas cores e a pintura de seus aviões e vejam como ela se relaciona com seus clientes!








É uma pena que a Kulula, pequena companhia aérea com sede situada em Joanesburgo, não efetue voos internacionais, por isso só podemos ter conhecimentos desta pérolas por relatos...

As hospedeiras da Kulula fazem um grande esforço para tornar a "palestra sobre segurança de voo" e outros anúncios um pouco mais divertidos.

Aqui estão alguns exemplos reais:

Num voo da Kulula, (não há lugares marcados, cada um pode sentar-se onde quiser) alguns passageiros, aparentemente, estavam a demorar muito tempo a escolher um lugar, quando uma hospedeira avisou: "Pessoal! Não estamos aqui para escolher móveis, achem um lugar e ocupem-no!"

Noutro voo com uma tripulação de bordo muito "sénior", o comandante disse: "Senhoras e senhores, chegámos à altitude de cruzeiro e iremos apagar as luzes da cabine. Isto é para vosso conforto e para melhorar a aparência das hospedeiras deste voo."

No desembarque, a hospedeira disse: "Por favor, não se esqueçam de levar todos os vossos pertences... Se deixarem alguma coisa, por favor, certifiquem-se de que é algo que nós gostaríamos de ter".

"Pode haver 50 maneiras de deixar o seu amante, mas só há quatro maneiras de sair deste avião."

"Obrigado por voarem na Kulula. Esperamos que tenham gostado de ter feito negócio connosco, tanto quanto nós apreciámos levá-los para um passeio."

Depois de uma aterragem particularmente áspera durante uma tempestade em Karoo, uma hospedeira anunciou: "Por favor, tomem cuidado ao abrir as bagageiras acima dos vossos assentos porque, depois de uma aterragem destas, é mais que certo que tudo mudou de sítio".

De um tripulante da Kulula: "Bem-vindo a bordo do voo Kulula 271 para Port Elizabeth. Para utilizar o cinto de segurança, insira a guia de metal na fivela e puxe. Ele funciona como qualquer outro cinto de segurança. E, se você não sabe como operar um, provavelmente não deveria andar fora, em público, sem ajuda".

"No caso de uma súbita despressurização da cabine, máscaras cairão do teto. Pare de gritar, pegue sua máscara, e ajuste-a sobre o rosto. Se tiver uma criança pequena viajando consigo, ponha a sua máscara antes de ajudar com a dela. Se estiver viajando com mais de uma criança pequena, ponha primeiro na sua preferida. "

"A temperatura no nosso destino é de 50 graus, com algumas nuvens rasgadas, mas vamos tentar consertá-las até à chegada. Obrigado, e lembre-se: Ninguém gosta tanto de si, ou do seu dinheiro, como a Kulula Airlines."

"As bases dos vossos assentos podem ser usadas para flutuação e, no caso de um pouso de emergência na água, por favor, remem para a costa e levem-nos com os nossos cumprimentos."

"Ao sair da aeronave, certifique-se de que está levando todos os seus pertences. Qualquer coisa deixada para trás será distribuída equitativamente pelos comissários de bordo. Por favor, não deixe crianças ou cônjuges..."

E do piloto, durante a sua mensagem de boas vindas: "Kulula Airlines tem o prazer de anunciar que tem alguns dos melhores comissários de bordo existentes. Infelizmente, nenhum deles está neste voo!"

Depois de uma aterragem muito difícil na Cidade do Cabo, uma hospedeira veio ao intercomunicador e disse: "Isso foi bastante acidentado e imagino o que estão a pensar. Estou aqui para lhes dizer que não foi culpa da companhia aérea, nem do piloto, nem da hospedeira de bordo, mas sim do asfalto!"

Num voo da Kulula para a Cidade do Cabo, em dia particularmente ventoso e com turbulência, quando, durante a aproximação final, o capitão realmente teve de lidar com aqueles elementos. Após um pouso extremamente difícil, a hospedeira disse: "Senhoras e senhores, bem-vindos à nossa Cidade-mãe. Por favor, permaneçam nos vossos lugares com os cintos apertados, enquanto o Capitão arrasta o que restou do nosso avião até o portão de desembarque!"

Comentário de um comissário de bordo numa aterragem, tudo menos perfeita: "Pedimos-lhes o favor de permanecerem sentados enquanto o Capitão Canguru nos leva aos pulos até ao terminal."

Depois de uma aterragem realmente demolidora em Joanesburgo, a comissária saiu-se com esta: "Senhoras e senhores, por favor, permaneçam nos vossos assentos até o Capitão Porrada e sua tripulação levarem a aeronave a um ponto próximo da área de desembarque. E, logo que o fumo dos pneus se dissipar e as sirenes de alerta se calarem, abriremos a porta da aeronave e todos poderão abrir caminho para o terminal através dos destroços..."

Parte do anúncio de um comissário de bordo na chegada: "Pessoal, gostaríamos de agradecer-vos por terem voado connosco hoje. E, da próxima vez que tiverem o louco impulso de rasgar os céus num tubo de metal pressurizado, esperamos que pensem na Kulula Airways".

"Senhoras e senhores, se quiserem fumar, a área de fumadores deste avião é nas asas... Se conseguirem acender os cigarros lá, podem fumá-los à vontade".

Um piloto relatou que, em determinado voo, a aterragem tinha sido muito difícil. A companhia aérea tinha uma política que exigia que o primeiro oficial ficasse à porta da aeronave enquanto os passageiros saíam, para sorrir e dizer "Obrigado por voar na nossa companhia aérea". Ele disse que, devido à sua péssima aterragem, teve dificuldade de olhar os passageiros nos olhos, pensando que alguém faria um comentário esperto. Finalmente todos tinham saído com exceção de uma velhinha com bengala. Ela disse: "Senhor, importa-se se eu lhe fizer uma pergunta?" "Ora essa, minha senhora", disse o piloto. "Qual é a pergunta?" A velhinha disse: "Nós aterrámos ou fomos abatidos?"

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Recuso-me...

...determinantemente a admitir e a aceitar que o Inverno chegou. Se pudesse hibernava até à Primavera. Shit!

sábado, 22 de outubro de 2011

Ái Jasus! Que lá vou eu!

Em 2004 tive a sorte e o bom senso de ser uma das 105.000 mil pessoas que visitou, no CCB, a maior exposição de sempre realizada em Portugal da obra dessa SENHORA que dá pelo nome de Frida Kahlo. Sendo eu uma Fridomaniaca também não vou perder a exposição que estará no Museu da Cidade em Lisboa a partir de 4 de Novembro, de mais de 200 fotos da vida privada da pintora. É que para além da sua pintura, extremamente agressiva mas genial, a vida e as histórias da mulher para além da pintora, também não ficam atrás.
Eu confesso: fascina-me muito mais a mulher e as histórias da sua vida do que, propriamente, a pintura.
(Não fosse ela a dar nome a este blog...)

:::Obrigada, amiga J.:::

Chegou!

O meu Ferrari acabadinho de chegar. E veio dentro de um Smart;-)
Até fico descabelada com tanta velocidade.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

PARECE QUE O MUNDO VAI ACABAR LOGO À TARDE

Pelo sim pelo não, vou almoçar ao MacDonalds e esgotar a minha quota de calorias do mês.
Se é para acabar, hei-de ir com o papinho cheio...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Se te faz feliz, não é assim tão mau.

Ontem fui ao teatro.
Ía com a certeza de ir rever e maravilhar-me com a mestria e genialidade do Miguel Guilherme que, felizmente, já tive oportunidade de ver algumas vezes, mas com a certeza também da fraqueza interpretativa de Bruno Nogueira que, embora seja muito bom nos textos, como actor me pareceu sempre muito “forçado” e demasiado “igual a ele próprio”. NADA! Surpresa completa! Miguel Guilherme, sim!, é um senhor do teatro, seguro e genial, mas o esticadinho do Bruno não lhe fica atrás e, para surpresa minha, revelou-se-me um grande actor, versátil, natural e com imensa graça. O texto é genial de tão simples e absurdo que é. A encenação e os cenários são como se quer: igualmente simples mas BOM!
Confesso que vim de lá um pouco desmoralizada.
Acontece-me sempre, e à Feridas também que eu sei, quando vejo teatro a sério. Pergunto-me sempre: mas o que é que nós andamos a fazer? Será que vale a pena? Será que temos qualidade suficiente para nos mostrarmos? Pois... a resposta não sei. Mas de uma coisa eu estou certa - os nossos propósitos são atingidos: divertirmo-nos, conviver, experimentar, atrevermo-nos e aprendermos. Como tal e de acordo com uma máxima que aplico a tudo na vida, da grande filósofa Sheryl Crow, “if it makes you happy, it can’t be that bad!”
Portanto, amiga Feridas, tu prepara-te mulher! Aqui a jóia teve uma ideia absolutamente exequível, inovadora e genial!!!!! Quero partilhar contigo, rápido!!!!!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Boa malha, Rui!

Rui Zink faz uma descrição das mulheres que, embora esteja a léguas de uma descrição minimamente real e esclarecedora, é das melhores que tenho ouvido:

"O que Sempre Soube das Mulheres

Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça, mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos – elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco."

Rui Zink, in "Jornal Metro"

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pronto, já está!

É verdade. Está feito.
O meu Ferrari topo de gama, cheio de extras e acessórios especiais, já está encomendado.
Deve chegar lá para quinta ou sexta-feira.
A minha lentidão tem os dias contados.
YUPIIIIIII!!!!!!!!!

Afinal...

...o mapa de viajens da amiga Suzy estava desactualizado.
Sim! Está constantemente a desactualizar...
Aqui está o mais actual, até à proxima semana, pelo menos.

domingo, 16 de outubro de 2011

Terapia de grupo

Na passada sexta-feira o nosso ensaio de teatro foi uma autêntica terapia de grupo. Chega-se e fuma-se um cigarro enquanto se põe a conversa em dia. A crise a as novas medidas do governo para fazer face às exigências da Troika são tema inevitável e palavras como “ladrões” e “filhos duma ganda puta” são obrigatórias.
Depois agarramo-nos ao texto e ensaiamos durante 45 minutos. É nesta altura que os nossos assistentes de cena vão buscar umas médias para nos motivar e as conversas começam a fluir como uma torneira aberta. Falámos sobre os funcionários públicos, a troika e a crise, sobre os militares e aviões de milhões de euros que se despenham. Falámos sobre narizes entupidos, soro e gotas no nariz e anti-inflamatórios versos antibióticos. Sobre filmes “pornô” e recordes do Guinness. Sobre o D. Juan de Marco que dormiu com 1001 mulheres. Sobre Pontevedra, cujo albergue dos peregrinos tem uma biblioteca, e sobre morcela com couves (a minderica, claro!, que é a melhor do mundo). Falámos sobre dialectos e pronúncias bizarras e sobre extremidades que crescem.
Tanta conversa deu-nos fome e levou-nos a comer um hambúrguer empurrado com uma mini.
Com ensaios de teatro destes às quartas e sextas quem é que precisa de psicanálise?