sábado, 15 de outubro de 2011

A minha amiga Suzy

Já vos falei da minha amiga Suzy? Não?!
A minha amiga Suzy, ou melhor, Mónica Leirião é uma pessoa como há poucas. Somos amigas desde que fui para o Colégio, em Fátima, em 1985. Atravessámos juntas o fim da infância, a adolescência, a juventude. Crescemos juntas e juntas nos fizémos mulheres entre brincadeiras, noites dormidas em casa uma da outra e acampamentos de escuteiros. A Suzy sempre foi muito mais que a maioria de nós. Mais autêntica, mais sensata, mais directa, mas sempre divertida e com um coração gigante. Hoje parece-me que ela é ainda maior. É uma espécie de génio do marketing numa das maiores empresas de comunicação e marketing do país, adora poesia, adora viver e sobretudo, adora viajar.
Esse mapinha aqui em baixo mostra a vermelho os lugares por onde ela já andou, alguns deles mais de uma vez. E atenção que ela é só uma criança da minha idade. Agora a Suzy prepara-se para mais uma viajem a Génova, Cinque Terre e Golfo de Portofino.
E SABEM COM QUEM É QUE ELA VAI?... SABEM?
Preparem-se...com o GONÇALO CADILHE. Sim "O" GONÇALO CADILHE.
Ele todo!
Xiça fanico, cum caneco!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O horário dos comboios

Voltei.
A Galiza é linda e Santiago também. Valença e Pontevedra foram duas terras que me deixaram encantada.
As paisagens são lindas, as cañas são mais leves, a companhia era boa e a Rádio Galiza também. Os espanhóis são tótos.
É incrível como, com uma mochila às costas e umas botas de caminhada, nos podemos sentir com 16 anos outra vez. Claro que o facto de estar uns dias sem ouvir a palavra “mãe” dirigida a nós também ajuda bastante. Acho que todos nós deveríamos fazer algo deste género, pelo menos uma vez na vida. Ir…
Para quem quiser dar uma fugida ou sentir uma vontade enorme de explorar, até ao tutano, um horário de comboios, aqui fica o horário Porto-Vigo. Mas atenção: de comboio só até Valença, depois é a penantes, ok?! Se aqui a jóia aguentou, qualquer um consegue.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

RESPOSTA AO MARRUAS

Isto é uma resposta ao comentário do Marruas ao post anterior, que me fez lembrar outra história que não posso deixar de partilhar com todos.
Não, o meu padeiro não é o Acácio. Costumo comprar pão na Ti Sofia, que me está ali mesmo ao lado, mas tens razão, não há nada que saiba tão bem como um pãozinho quente de madrugada, com manteiga e minis a escorrer!
Esta conversa fez-me lembar: quando fiz a festa dos 40 a todo o momento me estavm a pedir para escrever "um textozinho" para ler aqui e eli (nas Missas, nas celebrações, no Jornal de Minde...) enfim, foi mais de um ano a escrever "textozinhos" e para o fim já me faltava um pouco a inspiração.
No "textozinho" da Acção de Graças de uma das Missas da festa lembrei-me de fazer uma comparação entre o acto de fazer pão e as transformações que foram sendo operadas no grupo de pessoas que fez a festa, ao longo do ano que trabalhamos juntos.
O "textozinho" dizia que, tal como na massa se misturam vários ingredientes para um mesmo objectivo comum, também nós tinhamos sido misturados, pessoas diferentes, para um mesmo objectivo. Aquilo dizia a certo passo "esta massa somos nós e este padeiro é Deus".
A minha colega do ano que ia ler o texto, numa altura em que estava a ensaiar, saiu-se com esta: "esta massa somos nós e este padeiro é o Acácio". Claro que toda a gente se partiu a rir e eu estava com sério receio de que, durante a Missa, todos se lembrassem desta saida e se largassem a rir.
Felizmente ninguém se riu e todos choraram. Era mais apropriado...

O MEU PADEIRO É BIPOLAR

Não consigo entender como é que um padeiro não faz pão igual todos os dias. Será que o pão lhe sai melhor quando está bem disposto? Ou que precisa da inspiração do sofrimento para criar obras primas?
É facto que desde há muito tempo o pão é melhor ao fim de semana do que durante a semana. Eu achava que durante o fim de semana o padeiro devia cozer menos pão e tinha mais tempo para se aprimorar.
Mas agora também durante a semana o pão não é sempre igual.
Ora está estaladiço, ora massudo, ora duro e desfaz-se todo quando o apertamos...
Isto não será uma doença de comportamento?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

CALOS VOLTA, TÁS APERDOADA!...

(tenho tantas saudades da minha Calitos...)

RECEITA MÉDICA

Há tipos com sorte. O meu médico a mim só me receita comprimidos e, às vezes, supositórios...
É o que dá ser um tipo importante!
Gostava de ver a cara dos senhores do MacDonald´s de Torres Novas quando este maduro lá chegar a dizer "Bom dia, queria aviar esta receita"!



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Caminhos...

Caminhos...há muitos e cada um tem o seu.
Todos nós devemos procurar o nosso caminho, questiná-lo, explorá-lo.
Por vezes o nosso caminho está mesmo à nossa frente como uma estrada larga e segura pronta a ser percorrida. Outra vezes não.
Um GPS não ajuda. A busca pelo nosso próprio caminho é algo que tem de vir de dentro de nós. As respostas estão todas cá dentro. Só precisamos de silencio para as ouvir.
E se o nosso caminho não for uma estrada larga à nossa frente mas um trilho ingreme e sinuoso, cheio de obstáculos, temos de o enfrentar, porque é o caminho que temos que percorrer e que para nós está destinado.
Sem mapas ou GPS, fui!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Sessão fotográfica

Num sábado destes fizémos uma sessão fotográfica da Princess Pea. A fotografa veio directamente da revista Forbes de Nova York, era a fantástica e super-prestável amiga J.
Os modelos vieram de Milão, emprestados pela casa Channel e fizeram um figurão.
A Dalila é a única modelo profissional, pois é o bébé Cerelac da TV e dos cartazes e das lojas Well's do Continente. Verdade! É minderiquinha e filha do Nico, mais uma estrela de 75 e da minha escola primaria.
Esta é uma muitissimo pequena amostra das centenas de fotos, vá...dezenas..., fantásticas que conseguimos.
Agora é que o site da Princess Pea vai ficar "aux point".
Obrigadão a todas e uma beijoca especial para a J.




Esta foto tem um efeito vintage...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O FIM DO MUNDO COMO O CONHECEMOS

Aqui há 4 ou 5 anos todos ficámos azabumbados (adoro esta palavra...) quando nos demos conta da maneira como viviam algumas famílias: com tanta facilidade ao crédito para habitação, para carro, para moveis, para electrodomésticos, para férias, para o raio que parta, começaram a haver muitas pessoas que, assim que o dinheiro do ordenado lhes caía na conta, ficavam imediatamente com saldo negativo. Os antigos diziam: no meu tempo poupavamos primeiro e conpravamos depois, juntavamos dinheiro no porquinho mealheiro ou debaixo do colchão até termos o suficiente para comprar o que queriamos e, às vezes, o dinheiro custava tanto a juntar que quando tinhamos o suficiente já não comprávamos a coisa porque entendiamos que viviamos bem sem ela e preferiamos ter o dinheiro.
Ficámos horrorizados como é que as pessoas se deixavam levar por promessas de dinheiro fácil e gastavam, literalmente, mais do que podiam.
O pior foi que agora todos nos demos conta que o Estado se tem regido pelos mesmos principios. Também gasta mais do que pode, também, quando lhe chega o dinheiro dos impostos fica logo outra vez com o saldo negativo, também anda há muito tempo a viver de dinheiro emprestado.
O que é válido para as famílias também é válido para os estados.
A mesma contabilidade de merceeiro aplica-se tanto a uns como a outros: se temos 5 não podemos gastar 10.
O problema é que todos compreendemos esse princípio, mas agora temos de suportar o periodo de tempo que leva a corrigir os desvarios de outras épocas e desejar ardentemente que o problema não continue a agravar-se sem que nós saibamos.

Dorothy & Toto

Ontem a minha amiga MR passou cá por casa e não veio sozinha. Trouxe consigo a Dorothy e o Toto do "Feiticeiro de Oz", numa das suas fantásticas esculturas em papel.


::::"Toto, Toto! I Think we're not in Kansas anymore!"::::


Fiquem com os verdadeiros, Dorothy e Toto e com o grande tema do filme numa versão que quase já não se ouve, na voz da própria Judy Garland.

domingo, 2 de outubro de 2011

"Biophilia" by Björk

"Se já nada funciona há que deitar fora tudo o que está em cima da mesa e simplificar" - é assim que a islandesa Björk descreve o seu último album. Mas se a senhora queria simplificar o resultado foi algo completamente inédito e arrojado. Há mesmo que fale numa "meditação profunda sobre a música, a natureza e a tecnologia". É que para gravar "Biophilia", Björk recorreu à net, ao seu iPad, a jogos, partituras classicas e contemporâneas, instalações sonoras, à concepção de novos instrumentos e novos sons, bobinas de Tesla, orgão de tubos e harpas e até David Attenborough (Sim, esse da Natinal Geographic!). Parece que o utilizador, o ouvinte neste caso, pode mesmo modificar os temas e personalizá-los. Há mesmo quem defina "Biophilia" como a 1ª Gesamtkunstwerk, a obra de arte total wagneriana, da era digital. (E eu não inventei isto. Li no Expresso, ok?)
Isto não é um album de música, isto é uma fusão total entre a tecnologia de vanguarda e futurista e o mais inato e puro génio artístico.
Ainda não comprei mas quero ver se o faço com a máxima urgência. E depois de o ouvir sei que vou duvidar como é que vivi 36 anos sem ele.
É uma senhora esta Björk!



E se isto fosse o facebook clicava já 100 vezes no "Gosto".
(não dá,...eu sei...)

Novidades fresquinhas da Ervilha

Agora a sério: a loja vai mesmo para o ar durante a segunda metade de Outubro.
Ainda falta textil lar, cadernos moleskines, enxoval de bébé e uma Agenda 2012 que reune 12 ilustradores nacionais, do best, um por cada mês, tipo calendário Michelin mas com os ilustradores vestidos. ;-)
Não é o máximo?!...