Eu até já comprei um par de calças salmão e outras azul bebé/cocó (as cores da moda). Eu também comprei uns lenços a fazer pendant. Também comprei uns colares novos em folha e uns tops de cavas. Também já providenciei uns vernizes novos de corres de acordar de noite e assustar-me com as minhas próprias mãos. Mas...quer dizer...assim não dá! Assim não há condições. Uma mulher quer por-se em modo Primavera, descalçar de vez a bota ribatejana de sebo e tirar a sabrina e as havaianas do armário, e não dá!
Ando com a neura, desmotivada, enjoada!...
Se isto não muda acho que vou hibernar uma semana ou duas e quando vier o sol, acordem-me!
Feridas e calos: duas amigas com coisas para dizer ao mundo. Sim, nós sabemos, as mulheres têm sempre coisas para dizer, e têm sempre razão!... Acontece que estas coisas são mesmo importante e por isso têm de ficar registadas para a posteridade. Agora a sério: isto não tem interesse nenhum, portanto fuja daqui enquanto é tempo!... E para os Xarales que nos soletrem: Viva o Ninhou!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
CASA DE BANHO SOCIAL
Adoro quando numa casa a casa de banho onde as visitas vão se chama "casa de banho social". Imagino logo as pessoas todas a socializar na casa de banho.
Quando eu for grande vou ter uma casa de banho social com sofás, uma mesinha de centro, com cinzeiros e revistas, jogos de sociedade e um bar. Se é para ser social, então que se dêem condições às pessoas, carago!
Quando eu for grande vou ter uma casa de banho social com sofás, uma mesinha de centro, com cinzeiros e revistas, jogos de sociedade e um bar. Se é para ser social, então que se dêem condições às pessoas, carago!
Cá estou eu!
Estou cá, mas não estou boa. Estou só semi-boa.
Sim, tenho andado super-doente há mais de uma semana. Febre, dores no corpo, má disposição, tosse com dores no peito...e então ando assim meia acordada meia a dormir, meio a trabalhar, meio sem fazer nenhum, meio sem apetite, meio sem disposição para me vestir como manda a lei.
Ando há mais de uma semana com o verniz a cair, de polar foleiroso, de rabo de cavalo, enfim...do pior! Ontem fui ao hospital e depois de 4 horas de espera com uma máscara na cara, lá me receitaram antibiótico e, finalmente, estou um pouco melhor.
Sim, a estreia d' "O Escritório" foi um sucesso. O público adorou, riu e aplaudiu de pé! Parece que Domingo vamos ter malta que quer ver outra vez. Mas quem explica isto tudo muito bem é a querida Joana no seu blog aqui.
Obrigada Joana!
Sim, tenho andado super-doente há mais de uma semana. Febre, dores no corpo, má disposição, tosse com dores no peito...e então ando assim meia acordada meia a dormir, meio a trabalhar, meio sem fazer nenhum, meio sem apetite, meio sem disposição para me vestir como manda a lei.
Ando há mais de uma semana com o verniz a cair, de polar foleiroso, de rabo de cavalo, enfim...do pior! Ontem fui ao hospital e depois de 4 horas de espera com uma máscara na cara, lá me receitaram antibiótico e, finalmente, estou um pouco melhor.
Sim, a estreia d' "O Escritório" foi um sucesso. O público adorou, riu e aplaudiu de pé! Parece que Domingo vamos ter malta que quer ver outra vez. Mas quem explica isto tudo muito bem é a querida Joana no seu blog aqui.
Obrigada Joana!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O ESCRITÓRIO
Fui quase directa do palco para um acampamento de escuteiros, por isso não tenho grande feedback em relação à estreia.
De qualquer, maneira a sensação que ficou dessa noite foi que correu tudo muito bem. A sala não estava cheia, mas muito composta, o publico aderiu muito, riu-se, reagiu, que é sempre um bom prenuncio. As meninas arrancaram um aplauso na altura do orgasmo. Os meninos também tiveram palmas dispersas.
Estavamos todos calmos, cheios de pica e com vontade de nos divertirmos em cena. Acho que foi o que aconteceu, pelo menos eu diverti-me muito e gostei muito de fazer.
Confirma-se, é muito melhor estar na pele de actriz do que de encenadora. São nervos bons, os outros são nervos maus. Os de encenar são nervos de dor de barriga e de diarreia. Temos que nos chatear com pessoas, vemos as coisas a ir para caminhos que não eram os que queriamos e sentimo-nos impotentes para alterar o rumo. Eu penso muitas vezes quando estou em processo de encenação: mas porque é que eu me meti nisto?, estava tão descansada a coser meias...
Pensava que a Calos já tinha posto aqui algumas fotos. Eu não tenho nem vi ainda nenhumas.
Vá lá, Calitos, dá-nos noticias...
De qualquer, maneira a sensação que ficou dessa noite foi que correu tudo muito bem. A sala não estava cheia, mas muito composta, o publico aderiu muito, riu-se, reagiu, que é sempre um bom prenuncio. As meninas arrancaram um aplauso na altura do orgasmo. Os meninos também tiveram palmas dispersas.
Estavamos todos calmos, cheios de pica e com vontade de nos divertirmos em cena. Acho que foi o que aconteceu, pelo menos eu diverti-me muito e gostei muito de fazer.
Confirma-se, é muito melhor estar na pele de actriz do que de encenadora. São nervos bons, os outros são nervos maus. Os de encenar são nervos de dor de barriga e de diarreia. Temos que nos chatear com pessoas, vemos as coisas a ir para caminhos que não eram os que queriamos e sentimo-nos impotentes para alterar o rumo. Eu penso muitas vezes quando estou em processo de encenação: mas porque é que eu me meti nisto?, estava tão descansada a coser meias...
Pensava que a Calos já tinha posto aqui algumas fotos. Eu não tenho nem vi ainda nenhumas.
Vá lá, Calitos, dá-nos noticias...
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Hoje é o grande dia...e eu estou cagadinha de nervos...
A peça está optima.
Os actores são fantástico e estão super seguros, a cenografia está boa, a luz também ficou muito bem, tal como os sons, etc...mas eu estou cheinha de nervos.
E se ninguém acha nenhuma piléria aquilo? E se ninguém se ri? E se o publico achar o texto muito fraquinho? Muito vazio? (Sim, o texto é muito vazio. Ninguém vá à espera de grandes intelectualismos!)
E se a minha estreia como autora e encenadora for um sonoro e retumbante fracasso?
Bolas! Estou com um frio na barriga muito pior do que quando tenho de ir para o palco.
Mesmo que seja um grande fracasso, não foi em vão. Sabem porque? Porque toda a equipa gostou de ensaiar esta peça. Porque nos divertimos. Porque foi uma experiência nova para mim, uma aprendizagem. Porque gosto de ter a noção daquilo de que sou capaz de fazer, ou do que não sou capaz de todo! Portanto... a ver vamos, como dizia o cego.
Para mim já valeu a pena.
Os actores são fantástico e estão super seguros, a cenografia está boa, a luz também ficou muito bem, tal como os sons, etc...mas eu estou cheinha de nervos.
E se ninguém acha nenhuma piléria aquilo? E se ninguém se ri? E se o publico achar o texto muito fraquinho? Muito vazio? (Sim, o texto é muito vazio. Ninguém vá à espera de grandes intelectualismos!)
E se a minha estreia como autora e encenadora for um sonoro e retumbante fracasso?
Bolas! Estou com um frio na barriga muito pior do que quando tenho de ir para o palco.
Mesmo que seja um grande fracasso, não foi em vão. Sabem porque? Porque toda a equipa gostou de ensaiar esta peça. Porque nos divertimos. Porque foi uma experiência nova para mim, uma aprendizagem. Porque gosto de ter a noção daquilo de que sou capaz de fazer, ou do que não sou capaz de todo! Portanto... a ver vamos, como dizia o cego.
Para mim já valeu a pena.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
HOJE É O ENSAIO GERAL...
...e eu adoro ensaios gerais. Gosto mesmo. A partir do ensaio geral já estamos oficialmente em estreia e é uma sensação fantástica.
Nos dias de ensaio geral lembro-me sempre de um dos dias mais mirabolantes da minha vida, que culminou com um ensaio geral.
Eu ainda era advogada em Minde e nesse dia tive que ir duas vezes a Lisboa!
Fui de manhã tratar de um assunto, faltava-me um papel e o assunto tinha mesmo que ser resolvido nesse dia. Então voltei a Minde, obtive o papel e voei de novo para Lisboa a tempo de apanhar uma determinada repartição aberta. Quando vinha para casa só pensava em tomar um banho e relaxar antes do ensaio geral já não sei de que peça.
Quando chego a casa está-me um primo do meu marido à porta com um ramo de flores na mão. Estranhei. Olá tudo bem, olhas estas flores são para ti, obrigada, mas qual é o motivo, nada só me apeteceu, entra, o JP deve estar a chegar.
Conversa de circusntância, conversa de circunstância (pois, cá estamos, pois... e o tempo?... Pois... ele deve estar quase a chegar...). E eu só pensava "quando é que este se vai embora para eu ir tomar o meu banho". Não tinha jantar feito, estava a prever comer uma sopa e umas torradas e marchar para o ensaio. Às tantas, quando a conversa se esgotou de vez, o primo lá disse, bem, vou-me embora...
Quando nos levantamos os dois toca o telefone. Era a minha mãe: filha, o JP não te conseguiu avisar, mas convidou o primo para jantar. Tenho aqui o jantar pronto para vocês, vem cá buscar. Fiquei lívida, nessa altura eu ainda não tinha telemovel e esperava tudo menos aquilo. Disse imediatamente ao primo: não vais nada, então, vieste para jantar... Espera só um bocadinho que eu tenho que ir num instante a casa da minha mãe. Lá fui a casa da minha mãe buscar um bacalhau cozido com todos, já na travessa e tudo. Quando cheguei a casa o PJ já lá estava. Deixei-os aos dois a comer o bacalhau e marchei para o ensaio geral.
O primo estava a estranhar não haver preparativos nenhuns para o jantar, mas eu lá dei a volta à coisa e ele ficou sem perceber se eu sabia ou não que ele tinha sido convidado para jantar. O JP quando me viu entrar em casa com uma travessa de bacalhau sorriu e piscou-me o olho. Mal ele sabia que o primo esteve quase para se ir embora sem jantar nem nada.
Moral da história: uma mãe faz muita falta na vida de uma pessoa!
Nos dias de ensaio geral lembro-me sempre de um dos dias mais mirabolantes da minha vida, que culminou com um ensaio geral.
Eu ainda era advogada em Minde e nesse dia tive que ir duas vezes a Lisboa!
Fui de manhã tratar de um assunto, faltava-me um papel e o assunto tinha mesmo que ser resolvido nesse dia. Então voltei a Minde, obtive o papel e voei de novo para Lisboa a tempo de apanhar uma determinada repartição aberta. Quando vinha para casa só pensava em tomar um banho e relaxar antes do ensaio geral já não sei de que peça.
Quando chego a casa está-me um primo do meu marido à porta com um ramo de flores na mão. Estranhei. Olá tudo bem, olhas estas flores são para ti, obrigada, mas qual é o motivo, nada só me apeteceu, entra, o JP deve estar a chegar.
Conversa de circusntância, conversa de circunstância (pois, cá estamos, pois... e o tempo?... Pois... ele deve estar quase a chegar...). E eu só pensava "quando é que este se vai embora para eu ir tomar o meu banho". Não tinha jantar feito, estava a prever comer uma sopa e umas torradas e marchar para o ensaio. Às tantas, quando a conversa se esgotou de vez, o primo lá disse, bem, vou-me embora...
Quando nos levantamos os dois toca o telefone. Era a minha mãe: filha, o JP não te conseguiu avisar, mas convidou o primo para jantar. Tenho aqui o jantar pronto para vocês, vem cá buscar. Fiquei lívida, nessa altura eu ainda não tinha telemovel e esperava tudo menos aquilo. Disse imediatamente ao primo: não vais nada, então, vieste para jantar... Espera só um bocadinho que eu tenho que ir num instante a casa da minha mãe. Lá fui a casa da minha mãe buscar um bacalhau cozido com todos, já na travessa e tudo. Quando cheguei a casa o PJ já lá estava. Deixei-os aos dois a comer o bacalhau e marchei para o ensaio geral.
O primo estava a estranhar não haver preparativos nenhuns para o jantar, mas eu lá dei a volta à coisa e ele ficou sem perceber se eu sabia ou não que ele tinha sido convidado para jantar. O JP quando me viu entrar em casa com uma travessa de bacalhau sorriu e piscou-me o olho. Mal ele sabia que o primo esteve quase para se ir embora sem jantar nem nada.
Moral da história: uma mãe faz muita falta na vida de uma pessoa!
terça-feira, 2 de abril de 2013
Na TV
Pronto, lá fui e lá vim.
Foi divertido, como sempre, vendi o meu peixe, ou melhor, as minhas ervilhas, gagejei muito pouco e correu bem, de uma forma geral.
As queridas ilustradoras Eunice Rosado e Raquel Pinheiro não podiam ter sido melhores. Estavam lindas de morrer e têm muito à vontade em frente às câmaras.
Tivemos um tempo de antena GIGANTE e, desta vez, deixaram-me falar e desenvolver as ideias até ao fim.
A amiga Ginocas que me acompanhou, gostou muito e ainda tirou umas fotos com a malta e o amigo Wolfinho, que também foi, levou 2 beijos da Ribas que até fizeram pó na lama. Ah já queres!...
Vejam ou revejam aqui:
http://www.rtp.pt/programa/tv/p29811/c112659/288012
Foi divertido, como sempre, vendi o meu peixe, ou melhor, as minhas ervilhas, gagejei muito pouco e correu bem, de uma forma geral.
As queridas ilustradoras Eunice Rosado e Raquel Pinheiro não podiam ter sido melhores. Estavam lindas de morrer e têm muito à vontade em frente às câmaras.
Tivemos um tempo de antena GIGANTE e, desta vez, deixaram-me falar e desenvolver as ideias até ao fim.
A amiga Ginocas que me acompanhou, gostou muito e ainda tirou umas fotos com a malta e o amigo Wolfinho, que também foi, levou 2 beijos da Ribas que até fizeram pó na lama. Ah já queres!...
Vejam ou revejam aqui:
http://www.rtp.pt/programa/tv/p29811/c112659/288012
THE END?
Pronto, tá bem, era mentira. Como mentira de 1 de Abril era fraquinha, mas eu nunca fui boa nisto.
Quando era pequena uma prima instruiu-me para ir a correr dizer ao meu avô que uma das pipas estava a verter vinho e havia vinho até à rua. Eu fui, mas com um sentimento de culpa tão grande e tão atrapalhada que antes de conseguir dizer a frase já estava dizer que era mentira e querido avôzinho, não vá a correr ver a pipa, que ainda cai e se aleija...
Quem diria que faço teatro, hein...
Quando era pequena uma prima instruiu-me para ir a correr dizer ao meu avô que uma das pipas estava a verter vinho e havia vinho até à rua. Eu fui, mas com um sentimento de culpa tão grande e tão atrapalhada que antes de conseguir dizer a frase já estava dizer que era mentira e querido avôzinho, não vá a correr ver a pipa, que ainda cai e se aleija...
Quem diria que faço teatro, hein...
segunda-feira, 1 de abril de 2013
A Ervilha na Praça da Alegria da RTP
Não, não é mentira do dia 1 de Abril. Amanhã a Ervilha vai mesmo estar, com todo o seu charme e toda a sua gaguez, com o Jota Baião e a mocinha Tânia Ribas numa Praça que é só alegrias, aí Jasus!
Comigo vão estar ainda as ilustradoras muito queridas Raquel Pinheiro e Eunice Rosado. O programa promete, até porque a Ervilha vai apresentar em primeiríssima mão algumas novidades para o Verão.
Também vou levar comigo uns Xarals aqui do Ninhou que querem ver as pernas da Ribas ao vivo.
Agora com licença que eu vou-me depilar por baixo porque, com esta gente moderna da TV, agente nunca sabe como é que as coisas podem acabar!
THE END
Pessoal, por motivos relacionados com alterações recentes na minha vida pessoal sou obrigada a deixar de blogar. É com pena que deixo o Feridas e Calos, passámos bons momentos juntos. Todas as coisas boas têm, inevitavelmente, um fim. Vamo-nos vendo por aí...
Já expus a questão à Calos e ela acha que não faz sentido continuar o blog nos mesmo termos, por isso está a pensar transformar o "Feridas e Calos" num "Calos e Joanetes". Acho que ela anda à procura de alguém para o papel de Joanetes, mas depois ela vos explicará melhor.
Da minha parte é tudo, até sempre e a emissão continua nos nossos estudios do Lumiar.
Já expus a questão à Calos e ela acha que não faz sentido continuar o blog nos mesmo termos, por isso está a pensar transformar o "Feridas e Calos" num "Calos e Joanetes". Acho que ela anda à procura de alguém para o papel de Joanetes, mas depois ela vos explicará melhor.
Da minha parte é tudo, até sempre e a emissão continua nos nossos estudios do Lumiar.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Mais cenas de gaja...
A primavera teima em não chegar mas eu já estou em modo primaveril.
...desculpem mas hoje estou com os meus níveis de gajisse elevadíssimos...
...desculpem mas hoje estou com os meus níveis de gajisse elevadíssimos...
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