sexta-feira, 29 de maio de 2015

Uma ajuda da dimensão dos Himalaias





A minha amiga Mónica Leirião é uma pessoa grande mas mesmo assim o coração, por pouco, não lhe cabe lá dentro...de tão imenso que é. Quando visitou o Nepal, pois que adorou, por sinal, e do qual fala com um carinho imenso, ficou com o contacto do guia que a acompanhou, o Padam, e mantém contacto com ele mais ou menos assiduamente. Foi com pesar que soube, por ele, que a sua aldeia tinha ficado totalmente destruída pelo terramoto. 28 casas totalmente arrasadas. Há muitas ajudas internacionais mas estas ajudas nunca chegam para todos e muito menos chegam a uma aldeia esquecida nas montanhas. Então o coração da Mónica bateu mais forte e resolveu fazer alguma coisa, ajudar e procurar ajuda. O tal pensamento que não basta lamentar. Não basta sofrer à distancia, do alto do conforto das nossas vidas. Conseguem imaginar-se sem nada? Absolutamente nada! Não estou a dizer sem net, sem carro, sem telemóvel, sem um comprimido para a dor de cabeça. Estou a dizer sem nada! Sem casa, sem cama, sem cozinha, sem roupa, sem pertences, sem abrigo...e ainda ter de chorar os mortos...que infelizmente foram muitos.


As monções aproximam-se e com elas chuvas torrenciais avassaladoras. O custo de cada casa ronda os 4.000€ mas os abrigos provisórios custam 1.000€.
Seremos nós capazes de mudar a vida de alguém, anónimo, que nunca nos vai agradecer, do outro lado do mundo? Seremos? Seremos capazes de o fazer sabendo à partida que ninguém irá louvar o nosso acto, puxando o lustro à nossa vaidade, só Deus, lá em cima talvez.
Eu contento-me em pensar que a minha retribuição ou agradecimento virão sob a forma de um sorriso e um brilho nos olhos de alguém que não conheço, mas que um dia quem sabe, irei conhecer....

Vejam toda a história, fotos e façam o donativo aqui:

http://ppl.com.pt/pt/causas/nepal-construcao-abrigos-aldeia

A Mónica promete manter-nos informados de tudo.

(Apresentem esta ideia aos vossos conhecidos, por favor. Nunca se sabe se uma empresa ou particular, por aí, está com vontade de ajudar muuuuuuuuiiiito!)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Já foste!!!!

Está oficialmente inaugurado

...este mundo maravilhoso e imenso de letras e livros. A Padaria dos poetas e a Princess  Pea já estão a postos. Eu já estou a tremer e a espumar da boça de saber que tenho tantos livros à minha volta...
Agarrem-me, agarrem-me!...




quarta-feira, 27 de maio de 2015

A festa em Honra do Divino Espirito Santo de Minde 2015

...sob o ponto de vista da objectiva do Ricardo Simões.
A parte religiosa (missas, cerimónias e procissão), não estão aqui porque a objectiva nestas alturas estaria pousada, obviamente.

https://plus.google.com/u/0/105180668613293264474/stories/bff7fbc6-d4c9-3dc6-b844-c22b4a6d553b14d8cf69f5e?cfem=1

Diziam os nossos colegas que vivem fora de Minde, nas que neste fim de semana correram para a terra que os viu nascer, que não sabiam como é que iriam explicar aos colegas, lá nos empregos e onde moram, o que significa esta festa. "Não dá para explicar! Tem de se viver!"
É verdade, não dá para explicar, tem de se viver.
Ouvi dizer várias vezes que não somos os mesmos depois de fazer a festa...
Não é verdade. Somos os mesmos mas com tudo mais reafirmado! O que queremos, quem somos, do que gostamos. A festa torna-nos maiores, mais puros, melhores seres humanos, mais emotivos, mais...
Será obra do Espírito Santo?!...
Depois explico com mais tempo, ok?

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Acabou a minha festa do Espírito Santo

Deitei-me muito tarde, dormi também até tarde e estou há duas horas a tentar saber quem sou, onde estou e o faço aqui...

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Não, não estou hospitalizada...

...simplesmente ando brutalmente ocupada e com escassez de tempo.
Coisas novas aqui na Princess, amostras, preços, maquetes, catálogos, a feira do livro à porta...e a festa dos 40, festival das sopas, pavilhão, cartazes, uniforme, jantar, rifas, espectáculos... enfim...

Sim, no próximo fim de semana é a Festa do Espírito Santo de Minde.
Vou servir o jantar ao Herman...heheheheh...


Aqui fica a ementa para irem pensando no jantar...


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Ligth o tanas!

As noites de JazzMinde são duras. Diríssimas!
Há quem não se aguente, quem desista a meio, quem nem lá ponha os pés com receio de tudo o que possa acontecer...quem vá e nunca mais seja visto...
Eu vou! E sempre na sexta-feira que é o dia pior. Vou sempre preparada, para o bem e para o mal, de peito feito! Quantos são?! Quantos são?!...
Depois no outro dia...ando a morrer aos bocadinhos...e logo eu que quero viver até aos 100 anos...
Digo que "nunca mais vou beber!...nunca mais vou fumar!..." e outras mentiras parecidas que me passam pela cabeça...
Desta vez precavi-me e comprei uma dose de saúde engarrafada para a manhã seguinte. Pelo menos era o que eu achava. Depois de uma noitada louca e desenfreada nada como um suminho fresco de laranjas espremidas, sem corantes nem aditivos! Eu já sei que quem quer sumo de laranja tem de espremer as laranjas, mas manhãs difíceis...sabem como é...
Levanto-me, dirijo-me à cozinha e emborco 2 penaltis de sumo de laranja 100% do Pingo Doce. Fresquíssimo, puríssimo, naturalíssimo!...Depois, por curiosidade, e porque ando em onda de poucos  açucares, fui ver a composição do dito sumo.
Desmaiei! Caí inanimada no chão! Tive de receber assistência do INEM que me conseguiu fazer regressar quando eu estava já quase no fim do túnel, junto da luz.
O suminho de laranjas espremidas 100% natural, sem corantes nem aditivos tinha uma percentagem parva de açúcar e eu tinha acabado de ingerir, em 2 singelos copos de sumo, nem mais nem menos que o equivalente a 5, sim meus amigos CINCO pacotes de açúcar do café.
Voltei para a cama deprimida e a tentar esquecer...


 


sábado, 9 de maio de 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O meu rico trabalhinho

Alguma vez vos disse que adoro aquilo que faço? Adoro inventar, criar. Estar constantemente a desenvolver novos produtos ou os mesmos produtos mas com novos desenhos. Fazer maquetes para a gráfica, para a estamparia, fazer moldes, testá-los, pensar nas embalagens...
A sério, toda a gente devia acordar de manhã com a "pica" de ir fazer o que se gosta e de "ir continuar naquela trabalho que, quase contrariados, deixámos inacabado na véspera".

Os chineses que, como toda a gente sabe, têm citações para tudo e mais umas botas, dizem:
"Escolhe bem a tua profissão porque vais passar a vida toda a fazê-la."
Têm razão! E a vida é para ser saboreada, certo? Nunca, jamais me imaginaria num trabalho onde me arrastasse...com o único objectivo de ver o tempo a passar...
Claro que há dia piores e dias em que estamos com mais vontade do que outros, dias em que temos mesmo de fazer coisas mais chatas...mas depois vêm estes trabalhos tão bons...
Querem ver?

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Somos uns mimados de m*rda, é o que é...

Sou sensível a catástrofes. Sou mesmo. Acontecimentos nos quais morrem milhares de inocentes transtornam-me mesmo. Nunca mais fui a mesma desde o 11 de Setembro, nem do Tsunami na Ásia. Fico doida com estes sismos constantes e tão mortais, Haiti, Japão, agora o Nepal...
Todo o ser humano deveria morrer muito velhinho, sem doenças, na sua cama enquanto dormia.
Mas infelizmente o mundo é um palco de injustiças e de flagelos. Umas praticadas por nós mesmos, raça humana, especialista em auto-flagelar-se e outras pela mãe natureza, qual vingança às ofensas que lhe fazemos todos os dias.

Tenho por habito dizer aos meus filhos que devem, todos os dias, agradecer a sorte que têm. Devem sempre valorizar e nunca esquecer que nasceram com uma estrelinha, um asterisco, no canto superior do ecran, e utilizar essa estrelinha, esse asterisco, em prol dos que não o têm. Ficam baralhados, perguntam porquê, desvalorizam...
Quando refilam porque não gostam do jantar, ou porque os obrigo a vestir umas calças que gostam menos, ou quando praguejam porque "a net está lenta" e o "jogo fica com lag", só me apetece esbofeteá-los até lhes deixar o rosto em sangue, até os dentes lhes saltarem todos da boca. Ingratos, injustos...que nem realizam a sorte que tiveram no momento em que se estrearam neste mundo. Podiam ter nascido, no mesmo dia, na mesma hora, mas na casa do lado..., na terra do lado..., no país do lado..., no continente ao lado...e aí o efeito borboleta iria fazer-se sentir. Pequenas mudanças que causariam enormes consequências. Respondem-me que o facto de comerem aquele broculo, não irá fazer diminuir a fome em Africa e que não jogar na net não acaba com a guerra na Síria. Têm razão. Mas eu só lhes peço para valorizarem, para terem noção, só peço que não lhes seja indiferente, e dentro do que está ao alcance deles, pensem, estejam atentos e sobretudo, ajam, porque há Africas e Sírias no nosso bairro, na escola, nas relações com os outros.

Aí olho-me no espelho e pergunto: E tu? Fazes o que pedes aos outros? Quando te parece mal não comprares aqueles sapatos porque, "meu Deus, viste o preço? aquilo é roubar!". Quando te revoltas com "este país da treta", quando..."Bolas que tempo horrível!", quando..."estou gorda e cheia de cabelos brancos", quando..."queria tanto ir a Nova Iorque", quando...quando...

Depois vejo vídeos destes, as lágrimas correm-me em fio, e fico com vontade de dar tudo o que tenho e ir missionar, de beijar o mundo inteiro e dizer o quanto amo as pessoas, e prometo solenemente que serei um ser humano melhor...sempre melhor...

...depois seco as lágrimas e vou trabalhar, que o meu dia-a-dia, vulgar e confortável, está à espera e todos sabemos que temos que fazer o que "é suposto"...


Este vídeo podia ser do sismo no Nepal, mas não é, é um vídeo feito após uma explosão bombista na Síria.