Ah, e tal, porqu'o governo agora está a sortear um carro a quem pede faturas, mas é um carro de alta cilindrada e as inspeções custam muito caro e o imposto de circulação também custa muito caro, e é um roubo e tá mal e mais não sei o quê...
Ok.
Mas é um SORTEIO. Quem tiver a SORTE de lhe calhar o carro, não é obrigado a aceitá-lo.
E se o aceitar não é obrigado a ficar com ele.
E quem não quiser que lhe saia o carro, pode sempre não pedir faturas com número de contribuinte.
Se o carro lhes saísse no Preço Certo ou na Farinha Amparo, estava muito bem, mas sorteado pelo governo já não pode ser...
Ora, ide-vos...
Feridas e calos: duas amigas com coisas para dizer ao mundo. Sim, nós sabemos, as mulheres têm sempre coisas para dizer, e têm sempre razão!... Acontece que estas coisas são mesmo importante e por isso têm de ficar registadas para a posteridade. Agora a sério: isto não tem interesse nenhum, portanto fuja daqui enquanto é tempo!... E para os Xarales que nos soletrem: Viva o Ninhou!
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
NORUEGA, CAPÍTULO "COMIDAS E BEBIDAS"
Aquevit, horrorosa aguardente norueguesa
Uma espécie de pataniscas de peixe, muito bom
Salmão, incontornável...
Sandocha de baleia
quarta-feira, 2 de abril de 2014
METEREOLOGIA
Em Janeiro choveu o mês inteiro.
Em Fevereiro ficou tudo num lameiro.
Em Março choveu um pedaço.
Em Abril águas mil.
Em Maio vai chover c'mó raio.
Bolas, que este ano morremos todos afogados!
Em Fevereiro ficou tudo num lameiro.
Em Março choveu um pedaço.
Em Abril águas mil.
Em Maio vai chover c'mó raio.
Bolas, que este ano morremos todos afogados!
terça-feira, 1 de abril de 2014
ADEUS, OU MELHOR, ATÉ BREVE
Meus queridos amigos, foi-me permitido hoje revelar um assunto que já me envolve há algum tempo.
Durante um período da minha vida, que em breve começará, estarei afastada de Minde e do vosso convívio. Também terei de abandonar este espaço, a minha nova posição não me permitirá brincadeiras deste género - ainda bem que nunca tive facebook onde publicar fotos menos próprias e comentários jocosos a meu respeito.
Eu conto: fui indigitada para ocupar um cargo num ministério. Ainda não posso revelar mais nada, mas dentro de alguns dias já saberão de tudo pelos jornais.
Despeço-me com um abraço amigo e um até breve, vou tentar fazer alguma coisa de bom pelo nosso querido Portugal, que tanto precisa.
Durante um período da minha vida, que em breve começará, estarei afastada de Minde e do vosso convívio. Também terei de abandonar este espaço, a minha nova posição não me permitirá brincadeiras deste género - ainda bem que nunca tive facebook onde publicar fotos menos próprias e comentários jocosos a meu respeito.
Eu conto: fui indigitada para ocupar um cargo num ministério. Ainda não posso revelar mais nada, mas dentro de alguns dias já saberão de tudo pelos jornais.
Despeço-me com um abraço amigo e um até breve, vou tentar fazer alguma coisa de bom pelo nosso querido Portugal, que tanto precisa.
segunda-feira, 31 de março de 2014
ISTO DAVA UM POST - 1
Explicação prévia: esta frase "Isto dava um post" é uma coisa que a Calos e eu dizemos frequentemente uma à outra quando qualquer coisa é parva, ou divertida, ou interessante.
Por isso inauguro hoje esta nova rúbrica.
Deixei o meu i-pad no avião entre Lisboa e Oslo. O Meu Príncipe agarrou nele, pensei que ele o levasse, ele pousou-o no banco ao meu lado, pensou que o levasse eu e ficou lá. O Aguiar deixou no mesmo avião um saco do freeshop com um volume de cigarros.
Assim que demos pela falta começamos a ligar para os perdidos e achados do aeroporto de Oslo a perguntar pelo i-pad e pelo volume de tabaco. Nessa noite ainda não tinha chegado lá nada.
Mas a Calos tem uma aplicação no i-phone que permite localizar, em qualquer parte do mundo, um aparelho i-qualquercoisa. O meu estava no aeroporto de Oslo. Bem, pensámos, se calhar alguém dos serviços do aeroporto o fanou, mas ainda não o levou para sua casa.
Nos dias seguintes a cena repetiu-se, dos perdidos e achados diziam que não estava lá nada, mas a aplicação indicava que ele estava no aeroporto.
Ontem, quando regressámos ao aeroporto de Oslo para voltar para Portugal, o primeiro sitio onde fomos foi à secção de perdidos e achados. Explicámos ao que vínhamos e a menina, muito simpática, foi buscar a caxa dos i-pads. Era um caixote enorme, com mais de 50 tablets, de todas as marcas e feitios. Mas nenhum era o meu. (O que me pôs a pensar, o que farão a todas aquelas coisas que ficam nos aeroportos e esquecidas nos aviões e ninguém reclama...)
A mesma aplicação da Calos permite por o i-coiso que estamos à procura a apitar até o encontrarem. Tentámos, não se ouvia nada.
A menina disse-nos, então, que tentássemos contactar o encarregado da empresa que trata das bagagens para a TAP. Voltámos ao andar de cima. (Nesta altura já tínhamos subido e descido umas 5 vezes, para ir aos perdidos e achados, ao balcão da TAP e mais o diabo a nove...)
Nesse balcão, ainda antes de pedirmos para falar com o responsável, explicámos a um senhor o que nos trazia. Enquanto falávamos a Calos mandou o i-pad apitar.
E... começámos imediatamente a ouvi-lo. O senhor, no meio de muito riso, lá foi às traseiras ver de onde vinha o apito e volta com um saco do freeshop com o i-pad e o volume do tabaco!!!
Ficamos todos aos saltos! Nem queríamos acreditar.
A tecnologia é uma coisa fantástica.
Por isso inauguro hoje esta nova rúbrica.
Deixei o meu i-pad no avião entre Lisboa e Oslo. O Meu Príncipe agarrou nele, pensei que ele o levasse, ele pousou-o no banco ao meu lado, pensou que o levasse eu e ficou lá. O Aguiar deixou no mesmo avião um saco do freeshop com um volume de cigarros.
Assim que demos pela falta começamos a ligar para os perdidos e achados do aeroporto de Oslo a perguntar pelo i-pad e pelo volume de tabaco. Nessa noite ainda não tinha chegado lá nada.
Mas a Calos tem uma aplicação no i-phone que permite localizar, em qualquer parte do mundo, um aparelho i-qualquercoisa. O meu estava no aeroporto de Oslo. Bem, pensámos, se calhar alguém dos serviços do aeroporto o fanou, mas ainda não o levou para sua casa.
Nos dias seguintes a cena repetiu-se, dos perdidos e achados diziam que não estava lá nada, mas a aplicação indicava que ele estava no aeroporto.
Ontem, quando regressámos ao aeroporto de Oslo para voltar para Portugal, o primeiro sitio onde fomos foi à secção de perdidos e achados. Explicámos ao que vínhamos e a menina, muito simpática, foi buscar a caxa dos i-pads. Era um caixote enorme, com mais de 50 tablets, de todas as marcas e feitios. Mas nenhum era o meu. (O que me pôs a pensar, o que farão a todas aquelas coisas que ficam nos aeroportos e esquecidas nos aviões e ninguém reclama...)
A mesma aplicação da Calos permite por o i-coiso que estamos à procura a apitar até o encontrarem. Tentámos, não se ouvia nada.
A menina disse-nos, então, que tentássemos contactar o encarregado da empresa que trata das bagagens para a TAP. Voltámos ao andar de cima. (Nesta altura já tínhamos subido e descido umas 5 vezes, para ir aos perdidos e achados, ao balcão da TAP e mais o diabo a nove...)
Nesse balcão, ainda antes de pedirmos para falar com o responsável, explicámos a um senhor o que nos trazia. Enquanto falávamos a Calos mandou o i-pad apitar.
E... começámos imediatamente a ouvi-lo. O senhor, no meio de muito riso, lá foi às traseiras ver de onde vinha o apito e volta com um saco do freeshop com o i-pad e o volume do tabaco!!!
Ficamos todos aos saltos! Nem queríamos acreditar.
A tecnologia é uma coisa fantástica.
quinta-feira, 27 de março de 2014
MENSAGEM DA NORUEGA
1 - Faz frio.
2 - È tudo muito caro.
3 - Os noruegueses sâo altos e loiros.
4 - N'ao hä um papel no ch'ao.
5 - A cerveja è tâo boa como em Portugal.
6 - Os teclados dos computadores nâo têm os acentos todos.
7 - Os noruegueses fazem ski durante a semana a partir das 4 da tarde.
2 - È tudo muito caro.
3 - Os noruegueses sâo altos e loiros.
4 - N'ao hä um papel no ch'ao.
5 - A cerveja è tâo boa como em Portugal.
6 - Os teclados dos computadores nâo têm os acentos todos.
7 - Os noruegueses fazem ski durante a semana a partir das 4 da tarde.
terça-feira, 25 de março de 2014
Princess Pea - Daily products designed by portuguese illustrators
Daily products designed by portuguese illustrators
segunda-feira, 24 de março de 2014
No inicio fiquei entusiasmada ao ver o meu Aguiar, logo no cabeçalho, de chapéu de Cowboy australiano...
...mas depois comecei a ficar ansiosa! Mesmo!
Comecei a avançar de pagina em página na revista e dei-me conta que temos 3 artigos na mesma edição. Sim, não um, nem dois, são 3. Um sobre a casa, outro sobre a caravana e uma coluna enviada por mim sobre o atelier. Pensei que era só na edição de Portugal por eu ser portuguesa. Fui verificar.
Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Noruega, Roménia...enfim, estávamos for toda a Europa. Depois, curiosidade pura, fui ver o resto do mundo: Estados Unidos, Austrália, Russia, China, Japão.
Estava TUDO e em TODO o lado. Os 3 artigos em todas as versões da revista, traduzidos em todas as línguas.
Aqui comecei a tremer e a cair em mim. Comecei a pensar nos meus filhos. Comecei a pensar que todo o mundo sabia o nome deles e do que eles gostam. A ansiedade tomou conta de mim e tive uma crise de insónias até às tantas da manhã. Hoje de manhã dei-lhes uma lavagem ao cérebro sobre isto e como é imperativo recusarem-se a qualquer contacto com desconhecidos, mesmo que lhes digam "eu conheço a tua mãe e o teu pai".
Agora, passadas uma horas, ainda sinto um pouco da ansiedade que me tirou o sono. Tento convencer-me que este tipo de pensamento é tipicamente português e que todos os meses a Revista LIVE invade a vida de familias por todo o mundo. A minha é só mais uma entre centenas. Penso para comigo: "Catarina, relaxa e goza o momento! Isto é uma vez na vida, mulher! E mesmo os teus filhos um dia, quando crescerem, vão achar graça!".
Passado o "chelique" inicial de nervosismo, rendo-me ao vaidosismo resultante do destaque que deram à Princess Pea. Por norma, não lhes é permitido mencionar outras marcas ou colocar links para sítios comerciais, mas por insistência minha, referiram a Princess Pea, o conceito e a morada na net. (talvez influenciados pelo tratamento TUGA que lhes dei cá em casa ;-))
Só isto é motivo para emancipar qualquer ansiedade. Este tipo de publicidade é daquela que não tem preço. Não é mensurável. E eu nem sei o que pode acontecer. Pode não acontecer nada, mas também pode MUITO!
Agora são 10 e meia da manhã e eu vou abrir uma mini. Estou mesmo a precisar!...
(Ah! Já me esquecia! E até este blog deixou de ser assim um género de lugar secreto só nosso, que aqui vimos...mas duvido que alguém se dê ao trabalho de ir ao tradutor do google para saber as parvoices que dizemos! Ufa Feridas, oh nina...viste lá tua Ritinha?!...).
Já agora, a versão portuguesa:
(Vão avançando nas setas ou nas bolinhas em cima para verem as 3 reportagens)
http://www.ikeafamilylivemagazine.com/pt/pt/
Comecei a avançar de pagina em página na revista e dei-me conta que temos 3 artigos na mesma edição. Sim, não um, nem dois, são 3. Um sobre a casa, outro sobre a caravana e uma coluna enviada por mim sobre o atelier. Pensei que era só na edição de Portugal por eu ser portuguesa. Fui verificar.
Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Noruega, Roménia...enfim, estávamos for toda a Europa. Depois, curiosidade pura, fui ver o resto do mundo: Estados Unidos, Austrália, Russia, China, Japão.
Estava TUDO e em TODO o lado. Os 3 artigos em todas as versões da revista, traduzidos em todas as línguas.
Aqui comecei a tremer e a cair em mim. Comecei a pensar nos meus filhos. Comecei a pensar que todo o mundo sabia o nome deles e do que eles gostam. A ansiedade tomou conta de mim e tive uma crise de insónias até às tantas da manhã. Hoje de manhã dei-lhes uma lavagem ao cérebro sobre isto e como é imperativo recusarem-se a qualquer contacto com desconhecidos, mesmo que lhes digam "eu conheço a tua mãe e o teu pai".
Agora, passadas uma horas, ainda sinto um pouco da ansiedade que me tirou o sono. Tento convencer-me que este tipo de pensamento é tipicamente português e que todos os meses a Revista LIVE invade a vida de familias por todo o mundo. A minha é só mais uma entre centenas. Penso para comigo: "Catarina, relaxa e goza o momento! Isto é uma vez na vida, mulher! E mesmo os teus filhos um dia, quando crescerem, vão achar graça!".
Passado o "chelique" inicial de nervosismo, rendo-me ao vaidosismo resultante do destaque que deram à Princess Pea. Por norma, não lhes é permitido mencionar outras marcas ou colocar links para sítios comerciais, mas por insistência minha, referiram a Princess Pea, o conceito e a morada na net. (talvez influenciados pelo tratamento TUGA que lhes dei cá em casa ;-))
Só isto é motivo para emancipar qualquer ansiedade. Este tipo de publicidade é daquela que não tem preço. Não é mensurável. E eu nem sei o que pode acontecer. Pode não acontecer nada, mas também pode MUITO!
Agora são 10 e meia da manhã e eu vou abrir uma mini. Estou mesmo a precisar!...
(Ah! Já me esquecia! E até este blog deixou de ser assim um género de lugar secreto só nosso, que aqui vimos...mas duvido que alguém se dê ao trabalho de ir ao tradutor do google para saber as parvoices que dizemos! Ufa Feridas, oh nina...viste lá tua Ritinha?!...).
Já agora, a versão portuguesa:
(Vão avançando nas setas ou nas bolinhas em cima para verem as 3 reportagens)
http://www.ikeafamilylivemagazine.com/pt/pt/
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