Feridas e calos: duas amigas com coisas para dizer ao mundo. Sim, nós sabemos, as mulheres têm sempre coisas para dizer, e têm sempre razão!... Acontece que estas coisas são mesmo importante e por isso têm de ficar registadas para a posteridade. Agora a sério: isto não tem interesse nenhum, portanto fuja daqui enquanto é tempo!... E para os Xarales que nos soletrem: Viva o Ninhou!
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O rosto da LIBERDADE, IGUALDADE e JUSTIÇA
Mandela:
- príncipe tribal
- circuncisado num ritual
- jovem rebelde na faculdade
- advogado
- líder da resistência não-violenta da juventude em luta
- réu num julgamento por traição
- prisioneiro mais famoso do mundo
- presidente da África do sul
- prémio Nobel da Paz
- político mais galardoado em vida
A vida não se mede em anos, nem em dias, mas se fosse esse o caso Mandela tinha uma vida longa: 95 anos, 34675 dias. Nelson Rolihlahla Mandela teve sobretudo uma vida grande em feitos, uma vida cheia. Foi único como exemplo de luta contra a injustiça, sempre de cabeça erguida e com uma dignidade inigualável. O seu destino era ser Rei Tribal, mas a sua força e determinação levaram-no a ser líder de uma ideologia, e a sua tribo é o mundo inteiro.
...e agora com licença...que eu estou com uma lágrima no olho...
PS - Diz que não era lá grande marido...
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Pretzel Rei
Pretzel Rei foi uma invenção minha e seria um bolo que juntava o melhor dos 2 mundos: um delicioso bolo rei com o formato divertido dos Pretzel. Pus mãos à obra, ou melhor Bimby à obra, mas a minha tentativa de fazer Pretzels Rei não correu bem. Só a parte do Pretzel, porque a parte do Rei está bem boa. É o que dá quando temos a mania das estrangeiradas e tentamos modificar o que é bem português: Só sai m*#da.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
A Revolta das Renas - um conto de natal
Pronto! É oficial! Vamos fazer um musical de Natal!
Feridas e Calos, mulheres do show bizz, juntaram-se a uma mesa com a querida Ana F., mulher do show bizz também e em menos de fósforo concebemos um espectáculo de natal.
Nós, o Pai Natal Rui, os nossos filhos (que só estes enchem um palco!), e a preciosa ajuda de todos os que vamos chateando pelo caminho. Minde é uma terra voluntariosa. Estamos habituados a fazer tudo sozinhos, ou quase. E fazemos! Vamos ter musica e arranjos musicais feitos de propósito para o espectáculo pelos queridos Tiago e Rudolfo, professores do conservatório. Os cenários e o guarda roupa avança de vento em popa. Nós queremos é disto! yyyeeeeehhhhhh!!!!!!!
Jingle bell, Jingle belllllll!!!!!!!
Feridas e Calos, mulheres do show bizz, juntaram-se a uma mesa com a querida Ana F., mulher do show bizz também e em menos de fósforo concebemos um espectáculo de natal.
Nós, o Pai Natal Rui, os nossos filhos (que só estes enchem um palco!), e a preciosa ajuda de todos os que vamos chateando pelo caminho. Minde é uma terra voluntariosa. Estamos habituados a fazer tudo sozinhos, ou quase. E fazemos! Vamos ter musica e arranjos musicais feitos de propósito para o espectáculo pelos queridos Tiago e Rudolfo, professores do conservatório. Os cenários e o guarda roupa avança de vento em popa. Nós queremos é disto! yyyeeeeehhhhhh!!!!!!!
Jingle bell, Jingle belllllll!!!!!!!
sábado, 30 de novembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Comprei uma manta...
...toda Christmas para o meu sofá na Zara Home. Para além de ser linda que só ela, ainda é feita em Portugal. Não é Brutal?
Vou investigar se não será feita em Minde...nos Têxteis M.P.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
FAMÍLIAS INTERCONTINENTAIS
Tenho um filho no Japão e agora vou ter um da Argentina!
A repetir a fantástica experiencia de há dois anos, em que passei a ser mãe de uma jovem americana, do Novo México, agora é um rapazinho da Argentina que vem passar uns meses ao Largo das Eiras.
Tudo isto graças à AFS, a organização internacional que promove intercâmbios de estudantes e permite aos adolescentes e respetivas famílias abrir os olhos para o mundo.
QUER TER UM FILHO DE OUTRO CONTINENTE? PERGUNTE-ME COMO!
A repetir a fantástica experiencia de há dois anos, em que passei a ser mãe de uma jovem americana, do Novo México, agora é um rapazinho da Argentina que vem passar uns meses ao Largo das Eiras.
Tudo isto graças à AFS, a organização internacional que promove intercâmbios de estudantes e permite aos adolescentes e respetivas famílias abrir os olhos para o mundo.
QUER TER UM FILHO DE OUTRO CONTINENTE? PERGUNTE-ME COMO!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Eu queria dar uma voltinha na lambreta do António Zambujo
É verdade, queria mesmo. Ainda por cima o homem vai hoje a Leiria e eu não vou vê-lo.
Queria dar uma voltinha de lambreta e depois fazer conchinha ou deitar-lhe a cabecinha no colo enquanto ele me coçava as orelhas. Mas assim sem ordinarices, que o António Zambujo é como um irmão mais velho, queriduxo e fofinho, não é cá para porcarias...
Queria dar uma voltinha de lambreta e depois fazer conchinha ou deitar-lhe a cabecinha no colo enquanto ele me coçava as orelhas. Mas assim sem ordinarices, que o António Zambujo é como um irmão mais velho, queriduxo e fofinho, não é cá para porcarias...
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Eu hoje tinha, porque tinha, de vir aqui fazer isto
Hehehehehehehehe!.....
E agora estou a gozar o prato a ver o pessoal a passar e a rir...mas vou sair daqui antes que venha o segurança.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Por terras Helvéticas
Seis dias volvidos estamos de regresso. A Suíça é aquilo que estamos à espera e não desilude. Paisagens bucólicas dignas dos mais bonitos postais de Natal, cidades organizadas e arrumadas, sem grandes arranha céus, prados verdejantes, muita agricultura e criação de gado, muitos lagos, muitas montanhas cheias de neve, muitas vacas. Na Suíça vive-se bem e é um dos países com maior nível de vida do mundo. Tem uma grande classe média e não há pobres. As pessoas são extremamente civilizadas (a partir das 21horas não de ouve um piu e ninguém atravessa a estrada fora das passadeiras, por exemplo) e têm dinheiro à bruta. Não consigo sentir compaixão ou lamentar a vida dos nossos emigrantes na Suíça, sinto, isso sim!, pena do nosso país que ficou sem eles. Muitos deles para não mais voltar. "Voltar para quê?!"- nas suas próprias palavras. Percebe-se.
Na Suíça parece sempre Natal. A neve, as casinhas de madeira (lindas e super quentes!), os pinheiros cónicos perfeitos e os comboios sempre a cruzar a paisagem transportam-nos para o tempo em que "...veio o gato e comeu! Depois veio o cão e o gato teve de se esconder! Depois veio o coelhinho..."
Os Suíços são muito bons a fazer chocolates, canivetes, relógios e queijos e não precisam regar a relva. A água é mesmo muito baratuxa (ao contrário da cerveja, que é caríssima!), porque abunda por todo o lado: no Inverno pinta tudo de branco sob forma de neve, no verão enche os rios e lagos e brota por todo o lado, fruto do degelo.
Não há duvida que não se pode ter tudo e faltam-lhes as praias douradas, o céu sempre azul e o cheiro a manjerico e a sardinha assada.
A bandeira que é o contrário da cruz vermelha e está por todo o lado, o que confere um ar muito limpinho e hospitalar. (Porque será que a maioria dos países desenvolvidos tem bandeiras simples contrárias à nossa com quinas, castelos, chagas de Cristo e afins?..)
A "Broken Chair" na praça das Nações Unidas em Genebra.
A macabra estátua do Ogre a devorar crianças. Uma das muitas que se podem apreciar em Berna.
As inúmeras viagens de comboio que fizemos proporcionaram-nos paisagens deslumbrantes.
Subimos a um cume dos Alpes, chamado Glaciar 3000, entre Les Diablerets e Gstaad, num teleférico para 125 pessoas. A subida é vertiginosa e deixamos um mar de nuvens por baixo de nós, mas lá em cima, somos compensados com pistas suaves e vistas fabulosas.
Na descida, o sol punha-se atrás da montanha e as nuvens preenchiam os espaços entre os cumes destes montes alpinos.
Montreux é a cidade da "Riviera Suíça". Muitos famosos aqui viveram como Freddy Mercury (que cá morou e morreu) e Stravinski (que aqui compôs a Sagração da Primavera). Foi aqui que Frank Zappa incendiou o casino com um foguete durante um concerto e deu o mote para Ian Gillan dos Deep Purple, que assistia ao incêndio da janela do seu hotel, compor "Smoke on the Water"inspirado pelo fumo sobre as aguas do lago Leman.
É anfitriã dum dos mais famosos festivais de Jazz da Europa.
Travessia de barco para o Chateux de Chillon onde nos deram um guia muito bem organizado da visita, totalmente em português.
Os portugueses na Suíça são mais que as mães e topam-se à légua, pela sua má pronuncia do francês, ou pelo seu estilo Tuga inconfundível, tanto no vestir como na fisionomia.
Na Suíça parece sempre Natal. A neve, as casinhas de madeira (lindas e super quentes!), os pinheiros cónicos perfeitos e os comboios sempre a cruzar a paisagem transportam-nos para o tempo em que "...veio o gato e comeu! Depois veio o cão e o gato teve de se esconder! Depois veio o coelhinho..."
Os Suíços são muito bons a fazer chocolates, canivetes, relógios e queijos e não precisam regar a relva. A água é mesmo muito baratuxa (ao contrário da cerveja, que é caríssima!), porque abunda por todo o lado: no Inverno pinta tudo de branco sob forma de neve, no verão enche os rios e lagos e brota por todo o lado, fruto do degelo.
Não há duvida que não se pode ter tudo e faltam-lhes as praias douradas, o céu sempre azul e o cheiro a manjerico e a sardinha assada.
A bandeira que é o contrário da cruz vermelha e está por todo o lado, o que confere um ar muito limpinho e hospitalar. (Porque será que a maioria dos países desenvolvidos tem bandeiras simples contrárias à nossa com quinas, castelos, chagas de Cristo e afins?..)
A "Broken Chair" na praça das Nações Unidas em Genebra.
A macabra estátua do Ogre a devorar crianças. Uma das muitas que se podem apreciar em Berna.
As inúmeras viagens de comboio que fizemos proporcionaram-nos paisagens deslumbrantes.
Subimos a um cume dos Alpes, chamado Glaciar 3000, entre Les Diablerets e Gstaad, num teleférico para 125 pessoas. A subida é vertiginosa e deixamos um mar de nuvens por baixo de nós, mas lá em cima, somos compensados com pistas suaves e vistas fabulosas.
Na descida, o sol punha-se atrás da montanha e as nuvens preenchiam os espaços entre os cumes destes montes alpinos.
Montreux é a cidade da "Riviera Suíça". Muitos famosos aqui viveram como Freddy Mercury (que cá morou e morreu) e Stravinski (que aqui compôs a Sagração da Primavera). Foi aqui que Frank Zappa incendiou o casino com um foguete durante um concerto e deu o mote para Ian Gillan dos Deep Purple, que assistia ao incêndio da janela do seu hotel, compor "Smoke on the Water"inspirado pelo fumo sobre as aguas do lago Leman.
É anfitriã dum dos mais famosos festivais de Jazz da Europa.
Travessia de barco para o Chateux de Chillon onde nos deram um guia muito bem organizado da visita, totalmente em português.
Os portugueses na Suíça são mais que as mães e topam-se à légua, pela sua má pronuncia do francês, ou pelo seu estilo Tuga inconfundível, tanto no vestir como na fisionomia.
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