domingo, 28 de julho de 2013

FERIDAS E CALOS FORAM AO TEATRO

Hoje era a ultima apresentação da peça "O Cultivo de Flores de Plástico", texto de Afonso Cruz.
Eram muitos motivos para Feridas e Calos não perderem este espectáculo: o texto ser do Afonso Cruz, de quem a Calos é fã incondicional e eu também gosto muito, e o espectáculo ser no Clube Estefânia, onde tive aulas de ballet em pequena e onde não entrava há mais de 30 anos. Além disso a Odete Santos fazia parte do elenco.
Lá foram as meninas, prontas a passar uma tarde cultural, a cultivarem-se, a combaterem o consumismo e a letargia. Sim, uma tarde de letras e de e de erudição. Porém, as coisas nem sempre correm da melhor forma, atrasámo-nos e não conseguimos chegar a horas. E uns míseros 10 minutos foram a nossa perdição, já não nos deixaram entrar...
E pronto, nós que saímos de casa com as melhores das intenções, cheias de vontade de combater o consumismo e a letargia, acabámos a nossa tarde... no Vasco da Gama.
Uma gaja não é de ferro e se não podemos ter cultura, ao menos que tenhamos compras!
Cá está o resultado da nossa tarde teatral:

sexta-feira, 26 de julho de 2013

FUI ÁS COMPRAS...

A menina da caixa do supermercado chamava-se Priscila. Priscila!
PRIS-CI-LA.
Desculpem, mas é demais, para mim é demais. Pensei que mais ninguém além da sogra do Elvis Presley tivesse algum dia o mau gosto de chamar isto a uma filha, mas afinal enganei-me.
Imagino o que esta menina deve ter sofrido na escola durante uma vida inteira: Oh Priscila, agarra-me aqui na...
Querida Priscila, não tenho nada contra ti, mas não posso deixar de dizer que tens um nome tenebroso.
Ainda eu me queixo do meu, safa!!!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Quiosque de Torres Novas

Abriu hoje e esta lindo que só ele! Um conceito muito diferente, com muita personalidade. O meu Aguiar diz que eu devia começar a assinar as minhas criações. Tão querido! E está tão vaidoso com o seu Quiosque!
Não é só ele, a mim também não me cabe uma palhinha no traseiro. ;-)

















sábado, 20 de julho de 2013

Princess Pea @ Optimus Alive 2013

 Sim, a Princess Pea fez grande sucesso nesta edição do Optimus Alive, e como podem verificar, a abóbora transformada em carruagem ficou absolutamente incrível. Um verdadeiro shopping sobre rodas que muito dignifica os produtos que reserva no seu interior.

Estas migas do coração fizeram as honras da casa, embora parecessem umas adolescentes doidas, de cerveja na mão, de concerto em concerto. Enfim...há coisas que nunca mudam...

Suzy, Carla e Natalina: 3 lindonas!

 Comprem meninas comprem!

 Esta malta tem porras para desenhar...




Carla Nazareth, Natalina Cóias, Paulo Galindro, Eunice Rosado, Catarina Guerreiro, Ana Afonso e João Rodrigues, passaram e ilustraram na Princess Pea.

 ...and the OSCAR goes to:


...e de maneiras que foi assim!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

ATIVIDADES FANTÁSTICAS, DIAS INESQUECIVEIS



Aproxima-se a passos largos o XX acampamento regional de escuteiros da região de Leiria, a que o nosso agrupamento, 1336-Minde, pertence.
É a segunda vez que o 1336 participa num evento destes, que é uma verdadeira FESTA para todos os participantes.
Este ano esperam cerca de 2000 escuteiros, na Quinta do Escuteiro, um espaço pertencente ao movimento, na Batalha, por trás da Exposalão.
O imaginário do acampamento é a batalha de Aljubarrota e a época histórica que a envolve.
E o programa não podia ser mais incrível: no dia 8 de Agosto todo o acampamento vai recriar a batalha de Aljubarrota!
Esta atividade anda a ser preparada há cerca de um ano. Desde o inicio do ano escutista, em Setembro de 2012, todas as atividades regionais se submeteram ao mesmo tema, foram dadas aulas de combate medieval, forma incentivados os escuteiros e dirigentes a estudar a época histórica, a fazer as suas próprias roupas, bandeiras e armas para a batalha.
Esta é a ultima parte do friso histórico que foi dado a todos os agrupamentos para pendurar na parede e ir orientando os trabalhos ao longo do ano.

Num acampamento desta envergadura não está "tudo ao molho e fé em Deus". Os 35 agrupamentos da região que vão participar na atividade foram divididos em 10 famílias, as 10 famílias que, historicamente, participaram com os seus exércitos, na batalha de Aljubarrota: Albuquerque, Coutinho, Sá, Silva, etc... cada família junta 2, 3 ou 4 agrupamentos, consoante o número de elementos, de forma a que cada família tenha entre 150 a 220 elementos. Nós pertencemos à família Pacheco, juntamente com os agrupamentos de Fátima, Ourém e Ribeira do Fárrio. Cada família constrói o seu campo, que deve ser dotado de local para dormir (tendas ou outros abrigos construídos para o efeito), cozinha, mesa para todos e um pórtico, que é a entrada solene do campo.
Além dos escuteiros pertencentes às famílias e respetivos dirigentes que os acompanham, há ainda a família do Rei, composta por dezenas e dezenas de dirigentes, pais e voluntários que mantêm as estruturas do acampamento: proteção civil, comunicação social, enfermaria, secretaria, intendência...
Durante 5 dias constrói-se uma autentica cidade, toda em madeira e corda (não usamos pregos nas nossas construções), o que é uma coisa verdadeiramente digna de se ver.
Infelizmente este ano não vamos poder receber visitas da familiares no campo, porque o espaço é pequeno, mas vou tirar muitas fotos para mostrar mais tarde.
E quanto á batalha?
Pois, esse vai ser O ACONTECIMENTO.
Cada família teve de fazer as suas armas e fardamentos para a batalha. Cada família foi dividida, proporcionalmente, entre os participantes da batalha: portuguesas, castelhanos, ingleses e franceses. Nós, os Pachecos, fomos divididos entre portugueses e ingleses. Felizmente não temos espanhois, já se sabe que a batalha não correu muito bem para esses.
Apenas os pioneiros, caminheiros e dirigentes vão combater (ou seja, apenas gente maior de 14 anos), a fim de ninguém se aleijar com o calor da luta. Os mais pequenos desempenham o papel de aguadeiros, transportadores de "mortos" e "feridos" e povo a assistir, mas estarão vestidos como os restantes.
Vou continuando a dar noticias acerca do que andamos a fazer, nestes últimos dias, tão atarefados.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O Nuke

O meu Jaime fez um amigo e trouxe-o com ele. Compramos-lhe um t1. Não parece estar doente nem ter nada partido, simplesmente nao voa. A avaliar pelo formato do bico, nós achamos que é um falcão bebé e que uma manha destas acordamos e ele tem 80 cms e a Troika na boca. ;-)


Carruagem da Princesa II

A carruagem da Princesa está pronta, maravilhosa e vai "rolar" esta madrugada até ao Optimus Alive.
Fiquem com algumas fotos do processo:


 O grande Paulo madeirense que, é um grande artista mas atrás da orelha, só um marcador daqueles bem grossos...hihihi

 O Delfas! Grande Delfas e a sua Sandy, profissionais do Vinyl.

Xi, até doi de tão bonita!

terça-feira, 9 de julho de 2013

As Brumas de Avalon, 20 anos depois

Acho que já vos disse que "As Brumas de Avalon" são uma saga que marcou a minha adolescência/juventude e também já vos disse que li os 4 calhamaços, emprestados pela Teacher, de uma virada, nos meus longínquos 18 ou 19 anos.
Na feira do livro comprei 2 volumes numa promoção, para reler e porque gosto de "TER" meus os livros que me marcam ou marcaram de alguma forma.

Mas desta vez foi diferente! Muito diferente mesmo! O que só mostra que muita coisa mudou em mim nestes 20 anos, porque o livro está exactamente igual a ele próprio. Talvez porque já conhecia a história, desta vez não me deixei encantar pelo mundo das fadas, por Viviane, senhora suprema de Avalon, por Morgaine, irmã do Rei Artur, a quem este faz um filho num ritual sagrado de adoração à Deusa, onde mulheres e homens correm como animais e copulam com o/a primeira de apanharem. Tudo por encanto da Deusa. O livro mostra bem a Grã-Bertanha do inicio do Cristianismo onde coabitavam, nem sempre pacificamente, as devoções pagãs que adoravam a Deusa, a natureza e o feminino, e um Cristianismo machista, obscuro e absolutista.

Ok, a coisa está engraçada e é, sem dúvida a melhor versão da Lenda do Rei Artur (e gerações precedentes e seguintes) de sempre, mas a magia de Avalon não teve o mesmo efeito em mim. Estarei velha e desencantada? Ou já não vou em encantamentos e magias?!...
O meu cabelo está naquela fase que nem carne nem peixe... Seco, espigado, sem gracinha nenhuma.
Um destes dias vou ter de lhe dar uma tosa...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Chaço velho vira carruagem real

Lembram-se daquela história em que uma fada madrinha transformou uma abóbora numa carruagem digna de uma princesa? Pois é, neste caso não se trata de uma fada madrinha mas do carpinteiro Paulo Madeirense. O Paulo Madeirense veio da Madeira para o continente e por cá casou e procriou. Há muito que as suas habilidades ultrapassaram a carpintaria e hoje, o Paulo é um verdadeiro artista: electricista, serralheiro, carpinteiro, designer, a única coisa que não consegue fazer, segundo as suas próprias palavras, é equilibrar o lápis atrás da orelha pois tem umas orelhas enormes e demasiado afastadas da cabeça.

Esta é a sua matéria prima: um ninho de ratos e de passarada onde cresciam ervas e espécies raras no lixo que se lhe amontoava dentro.

Será que este chaço velho vai dar origem a algo digno de uma princesa?!...