sexta-feira, 12 de abril de 2013

Já estou boa!

Até já me apetecem estas merdas de gaja!

VEM LÁ MAIS UM DAQUELES FINS-DE-SEMANA...

... em que vou desejar que chegue a segunda-feira para descansar um bocado!
Começo outra vez com actividade dos escuteiros daqui a bocado, que terminará no domingo a meio da manhã. Duarante a manhã de domingo ainda haverá um ensaio d'O Escritório. Depois dar almoço à tropa toda e à tarde novo espectáculo. E esta actividade dos escuteiros é dose, anda-me a tirar o sono desde o ano passado. Mas ainda não posso falar muito disso, falo na segunda feira, depois de tudo acabado e os miúdos sossegadinhos em suas casas.
Credo, às vezes acho que qualquer dia rebento de tanta actividade...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mas de onde raio vem o "Keep Calm etc e tal..." que se vê por todo o lado?



http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/files/2012/07/keep_calm_1.jpg

Certamente toda a gente já sabe, mas o Feridas e Calos não gosta de deixar ninguém na ignorância, mesmo ninguém. Estes cartazes que se vêem em todo o lado e são adaptados a tudo e mais umas botas ("Keep calm que o benfica vai ser campeão!"; "Keep calm que eu sou do Alentejo", "Keep calm que eu sou de Minde"...) remontam à 2º Grande Guerra, mais precisamente à primavera de 1939, época em que a Inglaterra se juntou às tropas aliadas para enfrentar o exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial, e o governo inglês decidiu imprimir posters para acalmar a população imersa em territórios tomados pelo conflito. A ideia era imprimir três cartazes que seguissem o mesmo padrão de design: duas cores, uma frase impressa em fonte elegante e um desenho da coroa do rei George VI, à frente do país na época. Três versões foram enviadas à gráfica.

 http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/files/2012/07/your_courage.jpg
Na primeira, as letras elegantes, a coroa e a frase: “Sua coragem, sua alegria e sua determinação vão nos trazer a vitória”.
Na segunda, o mesmo design e a mensagem: “A liberdade está em perigo. Defenda-a com toda a sua força”.

Os dois primeiros posters foram distribuídos em Setembro do mesmo ano e rapidamente invadiram paredes e janelas de lojas e vagões de trem. A terceira versão é aquela mais conhecida e que os ingleses da época da guerra nunca tiveram oportunidade de ver. O cartaz com a frase “Keep calm and carry on” foi guardado para ser exposto apenas em uma situação de crise ou de invasão e acabou não sendo lançado.
Foi só em 2000, 61 anos depois de ser impresso, que o poster saiu à rua. Estava na cave de uma livraria na costa nordeste da Inglaterra no meio de livros empoeirados. Quando o encontrou, a dona da livraria enquadrou-o e pendurou-o na parede do estabelecimento. O poster fez tanto sucesso entre os clientes que os donos decidiram imprimir cópias da imagem e comercializá-las. Foi aí que a frase começou a ganhar o mundo.
Mas por que é tão difundida? Talvez pelo conselho sensato, pelo design simples, pela mensagem universal. Para o cineasta Temujin Doran, director do vídeo aí em cima que narra a história do poster, as palavras são a chave para o sucesso: “trata-se de uma voz histórica, que oferece uma mensagem simples e sincera para inspirar a população a superar tempos difíceis. É um conselho que nunca envelhece: mantenha-se calmo e siga em frente”.

A imagem é uma praga tal que até na peça "O Escritório" está um "Keep Calm and go shopping" no gabinete feminino.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Já não há pachorra!...

Eu até já comprei um par de calças salmão e outras azul bebé/cocó (as cores da moda). Eu também comprei uns lenços a fazer pendant. Também comprei uns colares novos em folha e uns tops de cavas. Também já providenciei uns vernizes novos de corres de acordar de noite e assustar-me com as minhas próprias mãos. Mas...quer dizer...assim não dá! Assim não há condições. Uma mulher quer por-se em modo Primavera, descalçar de vez a bota ribatejana de sebo e tirar a sabrina e as havaianas do armário, e não dá!
Ando com a neura, desmotivada, enjoada!...
Se isto não muda acho que vou hibernar uma semana ou duas e quando vier o sol, acordem-me!

terça-feira, 9 de abril de 2013

CASA DE BANHO SOCIAL

Adoro quando numa casa a casa de banho onde as visitas vão se chama "casa de banho social". Imagino logo as pessoas todas a socializar na casa de banho.
Quando eu for grande vou ter uma casa de banho social com sofás, uma mesinha de centro, com cinzeiros e revistas, jogos de sociedade e um bar. Se é para ser social, então que se dêem condições às pessoas, carago!

Cá estou eu!

Estou cá, mas não estou boa. Estou só semi-boa.
Sim, tenho andado super-doente há mais de uma semana. Febre, dores no corpo, má disposição, tosse com dores no peito...e então ando assim meia acordada meia a dormir, meio a trabalhar, meio sem fazer nenhum, meio sem apetite, meio sem disposição para me vestir como manda a lei.
Ando há mais de uma semana com o verniz a cair, de polar foleiroso, de rabo de cavalo, enfim...do pior! Ontem fui ao hospital e depois de 4 horas de espera com uma máscara na cara, lá me receitaram antibiótico e, finalmente, estou um pouco melhor.

Sim, a estreia d' "O Escritório" foi um sucesso. O público adorou, riu e aplaudiu de pé! Parece que Domingo vamos ter malta que quer ver outra vez. Mas quem explica isto tudo muito bem é a querida Joana no seu blog aqui.

Obrigada Joana!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O ESCRITÓRIO

Fui quase directa do palco para um acampamento de escuteiros, por isso não tenho grande feedback em relação à estreia.
De qualquer, maneira a sensação que ficou dessa noite foi que correu tudo muito bem. A sala não estava cheia, mas muito composta, o publico aderiu muito, riu-se, reagiu, que é sempre um bom prenuncio. As meninas arrancaram um aplauso na altura do orgasmo. Os meninos também tiveram palmas dispersas.
Estavamos todos calmos, cheios de pica e com vontade de nos divertirmos em cena. Acho que foi o que aconteceu, pelo menos eu diverti-me muito e gostei muito de fazer.
Confirma-se, é muito melhor estar na pele de actriz do que de encenadora. São nervos bons, os outros são nervos maus. Os de encenar são nervos de dor de barriga e de diarreia. Temos que nos chatear com pessoas, vemos as coisas a ir para caminhos que não eram os que queriamos e sentimo-nos impotentes para alterar o rumo. Eu penso muitas vezes quando estou em processo de encenação: mas porque é que eu me meti nisto?, estava tão descansada a coser meias...
Pensava que a Calos já tinha posto aqui algumas fotos. Eu não tenho nem vi ainda nenhumas.
Vá lá, Calitos, dá-nos noticias...

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Hoje é o grande dia...e eu estou cagadinha de nervos...

A peça está optima.
Os actores são fantástico e estão super seguros, a cenografia está boa, a luz também ficou muito bem, tal como os sons, etc...mas eu estou cheinha de nervos.
E se ninguém acha nenhuma piléria aquilo? E se ninguém se ri? E se o publico achar o texto muito fraquinho? Muito vazio? (Sim, o texto é muito vazio. Ninguém vá à espera de grandes intelectualismos!)
E se a minha estreia como autora e encenadora for um sonoro e retumbante fracasso?
Bolas! Estou com um frio na barriga muito pior do que quando tenho de ir para o palco.

Mesmo que seja um grande fracasso, não foi em vão. Sabem porque? Porque toda a equipa gostou de ensaiar esta peça. Porque nos divertimos. Porque foi uma experiência nova para mim, uma aprendizagem. Porque gosto de ter a noção daquilo de que sou capaz de fazer, ou do que não sou capaz de todo! Portanto... a ver vamos, como dizia o cego.
Para mim já valeu a pena.

AI, É HOJE!!!

Inté já fui fazê ua gaforina...